Cesta básica cai em dez de 17 capitais em janeiro, segundo Dieese

Em: 11 de fevereiro de 2009
O preço da cesta básica caiu em 10 das 17 capitais onde o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica
O preço da cesta básica caiu em 10 das 17 capitais onde o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica

O preço da cesta básica caiu em 10 das 17 capitais onde o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica. As quedas mais expressivas foram em João Pessoa (-11,30%), Rio de Janeiro (-6,27%) e Fortaleza (-5,12%). Dentre as sete localidades onde o preço da cesta subiu, os destaques foram Belém (5,85%), Goiânia (5,22%), Vitória (4,79%) e Salvador (4,48%).
Apesar de registrar retração de 2,99% no preço dos gêneros de primeira necessidade, em janeiro, Porto Alegre se manteve como a capital com a cesta mais cara (R$ 247,25). Com leve aumento de 0,85%, São Paulo passou a apresentar o segundo maior valor (R$ 241,53), seguido por Vitória (R$ 238,44).
Os menores preços para o conjunto de gêneros alimentícios essenciais foram registrados em Recife (R$ 177,60), João Pessoa (R$ 177,88) e Aracaju (R$ 184,48).
Com base no custo apurado para a cesta de Porto Alegre, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deveria suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário.
O recuo no custo da cesta em Porto Alegre fez com que o salário mínimo necessário, em janeiro, correspondesse a R$ 2.077,15, ou seja, quase cinco vezes o piso vigente de R$ 465. Em janeiro de 2008, seu valor era estimado em R$ 1.924,59, o que correspondia a 5,06 mínimos de então (R$ 380).

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
Pesquisar