O presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Ricardo Patah, afirmou ontem, em São Paulo, que não vê motivos para o Copom (Comitê de Política Monetária) não reduzir a taxa básica de juros da economia, que hoje é de 11,25% ao ano.
“O movimento sindical não aceita uma interrupção no ciclo de queda de juros”, afirmou Patah, para quem “os economistas isentos têm apresentado uma série de argumentos a favor de mais um corte de 0,25 ponto porcentual na taxa”. Segundo Patah, haverá consequências muito mais graves para a atividade econômica, para o nível de emprego, para o crédito e para o consumo se o Banco Central voltar a manter a política de juros altos.







