Colaborador deve pagar mais por plano de saúde

Em: 15 de fevereiro de 2008
Pesquisa realizada pela Watson Wyatt sobre benefícios de assistência à saúde apontou dois dados preocupantes.
Pesquisa realizada pela Watson Wyatt sobre benefícios de assistência à saúde apontou dois dados preocupantes.

Pesquisa realizada pela Watson Wyatt sobre benefícios de assistência à saúde apontou dois dados preocupantes. O primeiro diz respeito ao alto valor do montante gasto pelas empresas, que em 45% dos casos, varia entre 7,51% e 12,5% da folha de pagamento. Já o segundo refere-se a uma possível elevação dos custos, que deverá ser repassada aos colaboradores, conforme afirmaram 47% das companhias pesquisadas.
Contando com a participação de 249 empresas de diversos segmentos, o estudo também revelou que a grande maioria dos planos de assistência médica (95%) já está adaptada à Lei de Saúde (9.656/98) e que 25% das organizações estendem o benefício a seus aposentados, seja em razão de uma política de benefícios, e/ou em função da previsão na própria lei 9.656/98 (artigo 31).
Dentre as boas notícias, destaca-se o fato de 28% das empresas não terem praticado aumento nos custos do plano médico, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. Já, nas demais, o impacto no crescimento foi menor que dois dígitos, na média.
A margem de aumento inferior deve-se aos seguintes motivos: 29% das companhias realizaram palestras informativas de conscientização do uso do plano; 22% desenvolveram uma ampla abordagem de comunicação; 21% mapearam o perfil de risco da população; e 22% identificaram os doentes crônicos ou com necessidades especiais.
Para o próximo ano, o porcentual dessa elevação de custos ainda é desco­nhecido para mais de 40% das ­empresas. Po­rém, entre as que responde­ram, prevaleceu um aumen­to entre 7,6% e 10,0%.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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