Uma marca criativa, inovadora, cheia da energia e da paixão do povo brasileiro; que atraia e inspire a juventude, seja alinhada com os valores olímpicos, possa refletir a cultural nacional e traduza o espírito de celebração e transformação dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Estes foram alguns conceitos divulgados no briefing realizado na última terça, dia 11, pelo Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016, para iniciar o processo de escolha da agência que criará a marca da primeira edição brasileira dos Jogos Olímpicos.
Lançada em abril, a concorrência mobilizou agências de todo o Brasil: 139 empresas de nove estados (Maranhão, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo) e do Distrito Federal se habilitaram para uma disputa que só terminará em agosto. O objetivo é apresentar a logomarca Rio 2016 na noite de 31 de dezembro, na festa de Réveillon da Praia de Copacabana.
Representantes dos governos Federal (Jeanine Pires, presidente da Embratur), Estadual (Ricardo Cota, subsecretário de Comunicação) e Municipal (Débora Linhares, diretora-executiva do Instituto Rio 2016) falaram da importância dos Jogos para o país, o estado e a cidade. Para que as agências participantes entrassem no clima dos Jogos Olímpicos, o diretor de Comunicação e Marketing do Comitê Rio 2016, Leonardo Gryner fez palestras sobre olimpismo e valores olímpicos; força da marca olímpica; e histórico da transmissão dos Jogos Olímpicos. “A marca Rio 2016 tem que emocionar e fazer com que cada pessoa se sinta parte do evento. Realizamos uma concorrência apenas com agências brasileiras porque confiamos no potencial do design nacional e queremos mostrar isso ao mundo. Essa primeira fase é importante, pois os participantes precisam entender as mensagens que o Comitê Olímpico Internacional, o Comitê Rio 2016 e os três níveis de governo querem passar”, explicou Leonardo Gryner.
A experiência de trabalhos em Jogos Olímpicos anteriores foi detalhada por dois consultores internacionais. Brad Copeland, consultor do Comitê Olímpico Internacional para Decoração e Ambientação dos Jogos Olímpicos desde os Jogos de Inverno de Nagano1998; contou a história do design nos Jogos Olímpicos. Scott Givens falou sobre sua experiência como diretor de cerimônias dos Jogos Olímpicos de Inverno de Salt Lake City 2002. Para fechar o evento, Beth Lula, gerente de construção e gestão de marcas do Rio 2016, apresentou o briefing inicial para a criação da marca dos Jogos Olímpicos Rio 2016.
Comitê define processo de escolha da marca para Jogos
Em: 13 de maio de 2010
Representantes dos governos federal, estadual e municipal do Rio querem uma marca criativa, inovadora e que seja alinhada com os valores olímpicos
Redação
Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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