Custo da cesta básica sobe em 11 das 16 capitais pesquisadas

Em: 3 de abril de 2008
As cidades onde ocorreram as maiores altas no mês passado foram Rio de Janeiro (5,32%), Vitória (4,5%), Florianópolis (4,38%) e Belo Horizonte (3,42%).
As cidades onde ocorreram as maiores altas no mês passado foram Rio de Janeiro (5,32%), Vitória (4,5%), Florianópolis (4,38%) e Belo Horizonte (3,42%).

O custo da cesta básica teve alta no mês de março em 11 das 16 capitais pesquisadas, informou o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos) através da Pesquisa Nacional da Cesta Básica.
As cidades onde ocorreram as maiores altas no mês passado foram Rio de Janeiro (5,32%), Vitória (4,5%), Florianópolis (4,38%) e Belo Horizonte (3,42%). Na outra ponta, as quedas foram registradas em Brasília (-3,79%), Recife (-3,43%), São Paulo (-1%), Belém (-0,53%) e João Pessoa (-0,02%).
Na análise do acumulado do primeiro trimestre, só uma capital teve redução no preço da cesta básica: Aracaju (-1,72%).
As maiores altas aconteceram em Fortaleza (10,58%), Rio de Janeiro (10,39%), João Pessoa (9,52%) e Vitória (9,12%). Em São Paulo, a alta acumulada é de 4,34%.
Apesar da redução no mês passado, São Paulo ainda possui a cesta básica mais cara (R$ 223,94), seguida por Porto Alegre (R$ 216,12) e Rio de Janeiro (R$ 214,66). As mais baratas se encontram em Recife (R$ 166,13), Aracaju (R$ 168,22) e João Pessoa (R$ 169,85). Baseado no custo da cesta básica paulistana e levando em consideração que a Constituição determina que o salário mínimo deve suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese calculou que o salário mínimo hoje deveria ser de R$ 1.881,32 -4,53 vezes mais do que o atual salário mínimo (R$ 415).

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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