Apesar do aumento do emprego formal registrado no país, ainda há um alto número de desempregados, o que pressiona o mercado a oferecer rendimentos mais baixos, relações de trabalho ruins e curta duração de contratos. A avaliação foi feita pelo economista do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), Paulo Jager, em entrevista Rádio Nacional.
O Ministério do Trabalho informou que em junho deste ano foram criados 309.442 postos de trabalho, número recorde não apenas para o período como para todos os meses desde o início da série histórica em 2003.
“Estamos na trajetória correta. Precisamos manter esse crescimento econômico e do emprego por vários anos, para que tenhamos de fato uma situação boa no mercado de trabalho”, disse Jager.
O economista enfatizou que, sem crescimento econômico, o investimento em qualificação profissional é determinante para o aumento do emprego.
Desemprego pressiona mercado a pagar pouco
Em: 18 de julho de 2008
Apesar do aumento do emprego formal registrado no país, ainda há um alto número de desempregados, o que pressiona o mercado a oferecer rendimentos mais baixos, relações de trabalho ruins e curta duração de contratos.
Redação
Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
Veja também

CNT/MDA: Lula passa de 48% para 47,3% no 2º turno; Flávio Bolsonaro oscila de 39,1% a 40%
15 de setembro de 2026


Brasil deve dobrar investimentos para zerar déficit em infraestrutura
15 de setembro de 2026

Livro “Vozes Amazônicas” será lançado em Manaus
15 de setembro de 2026

Crédito para MEIs tem juros mais baratos
15 de setembro de 2026

Frete sobe 1,04% em agosto, mesmo com novo recuo do diesel, aponta IFR
15 de setembro de 2026

Brasil e EUA voltarão a discutir tarifas em encontro do G20
15 de setembro de 2026

SFT faz nesta manhã sessão que analisará conversas de Moraes e Vorcaro
15 de setembro de 2026