Desemprego pressiona mercado a pagar pouco

Em: 18 de julho de 2008
Apesar do aumento do emprego formal registrado no país, ainda há um alto número de desempregados, o que pressiona o mercado a oferecer rendimentos mais baixos, relações de trabalho ruins e curta duração de contratos.
Apesar do aumento do emprego formal registrado no país, ainda há um alto número de desempregados, o que pressiona o mercado a oferecer rendimentos mais baixos, relações de trabalho ruins e curta duração de contratos.

Apesar do aumento do emprego formal registrado no país, ainda há um alto número de desempregados, o que pressiona o mercado a oferecer rendimentos mais baixos, relações de trabalho ruins e curta duração de contratos. A avaliação foi feita pelo economista do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), Paulo Jager, em entrevista Rádio Nacional.
O Ministério do Trabalho informou que em junho deste ano foram criados 309.442 postos de trabalho, número recorde não apenas para o período como para todos os meses desde o início da série histórica em 2003.
“Estamos na trajetória correta. Precisamos manter esse crescimento econômico e do emprego por vários anos, para que tenhamos de fato uma situação boa no mercado de trabalho”, disse Jager.
O economista enfatizou que, sem crescimento econômico, o investimento em qualificação profissional é determinante para o aumento do emprego.

Redação

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