Dólar fecha a R$ 1,70 e recua quase 10% no mês

Em: 1 de novembro de 2011
A taxa de câmbio doméstica sofreu em outubro o seu maior tombo mensal (9,46%) em mais de oito anos, ainda sem anular a disparada (18%) vista no mês anterior
A taxa de câmbio doméstica sofreu em outubro o seu maior tombo mensal (9,46%) em mais de oito anos, ainda sem anular a disparada (18%) vista no mês anterior

A taxa de câmbio doméstica sofreu em outubro o seu maior tombo mensal (9,46%) em mais de oito anos, ainda sem anular a disparada (18%) vista no mês anterior. Desde o início deste ano, o preço da divisa americana subiu apenas 2,28%.
Entre agosto e setembro, a sucessão de um “rebaixamento” da avaliação de risco dos EUA, e a deterioração das expectativas a respeito da crise europeia aumentou a aversão ao risco dos investidores. E em um cenário como esse, os grandes agentes financeiros tipicamente correm para ativos mais “tranquilizadores”, como o ouro e o dólar -moeda pelo qual se aplica nos ativos financeiros mais seguros do planeta: os títulos do Tesouro americano.

Repique

Ontem, o dólar comercial teve um repique moderado, mas ainda encerrou o expediente a R$ 1,704, o que representa um aumento de 1,18% sobre a taxa final de sexta-feira.
Para turistas e viajantes, o dólar foi vendido por R$ 1,800 (estável) e comprado por R$ 1,630 nas casas de câmbio paulistas.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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