Dólar fecha a semana com alta de 1,85% cotado para venda a R$ 1,757

Em: 14 de dezembro de 2009
Em um dia de recuperação das Bolsas de Valores, com o forte incremento da produção industrial chinesa (19,2%), os preços da moeda americana desvalorizaram ao longo de toda a jornada de sexta-feira
Em um dia de recuperação das Bolsas de Valores, com o forte incremento da produção industrial chinesa (19,2%), os preços da moeda americana desvalorizaram ao longo de toda a jornada de sexta-feira

Em um dia de recuperação das Bolsas de Valores, com o forte incremento da produção industrial chinesa (19,2%), os preços da moeda americana desvalorizaram ao longo de toda a jornada de sexta-feira. O Banco Central voltou a realizar um leilão tardio para compra.
Dessa forma o dólar comercial foi vendido por R$ 1,757, em recuo de 0,50%, nas últimas operações. As taxas oscilaram entre R$ 1,768 e R$ 1,747. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado por R$ 1,870, em um recuo de 0,53%. As Bolsas de Valores asiáticas foram as primeiras a repercutir, numa reação que se prolongou pelos demais mercados, à noticia de que a economia chinesa, uma das maiores importadoras mundiais de commodities (e grande compradora de produtos brasileiros), deu sinais de que está em franco processo de recuperação econômica. Nesta semana, o governo chinês reforçou que deve manter uma série de estímulos fiscais, com vistas ao consumo interno no ano que vem.
O BC entrou no mercado de câmbio às 15h52 (hora de Brasília) e aceitou ofertas por R$ 1,7593 (taxa de corte). Até quinta-feira, 10, as reservas internacionais somavam US$ 239,118 bilhões.
O mercado de juros futuros, que sinaliza o custo do dinheiro para os bancos, manteve as taxas projetadas nos contratos de prazo mais longo. No contrato que aponta os juros para outubro de 2010, a taxa prevista permaneceu em 9,78% ao ano, enquanto no contrato de janeiro de 2011, a taxa projetada continuou em 10,34%. Nesse semana, a frustração com o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no trimestre passado fez muitos analistas revisarem suas projeções de um aumento da taxa Selic (8,75%) logo no primeiro semestre de 2010.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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