Economista ensina ­gestão de finanças pessoais

Em: 31 de março de 2008
Organização
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A educação financeira pode ser pessoal, ­familiar e empresarial. A diferença entre elas é a maneira como é ­feita a gestão das finanças ­pessoais, da casa e do negócio.
“É necessário separar esses três itens porque, via de regra, o brasileiro exerce esses três papéis por imposição da vida, ele tem seu negócio, família e sua vida. É comum misturar tudo, o comerciante que tem o filho trabalhando por ele, que sustenta a mãe, a irmã caçula etc. Assim, educação financeira é conseguir identificar a necessidade e importância de separar esses papéis e administrá-los isoladamente, evitando que um interfira no outro e o comprometa”, aconselhou o economista Antônio Cândido de Azambuja.
A dica de Azambuja é que o brasileiro pense como administrador. “A pessoa tem que saber que existem compromissos e situações específicas em cada momento e administrar a solução para essas situações”.
De forma prática, ele dá exemplos de como evitar confusões financeiras com as contas pessoais e da empresa. “Temos como exemplo: a conta corrente da pessoa física é independente da conta da empresa, não podem ser misturadas; o papel representado na gestão comercial é diferente na pessoal”, explicou.
“A educação financeira é adquirida pelo planejamento das entradas e saídas em cada papel exercido”, concluiu Antônio Cândido de Azambuja, também professor das Faculdades Integradas Rio Branco.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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