Empreendedorismo incentiva geração de empregos no AM

Em: 1 de setembro de 2011
O empreendedorismo tem favorecido a geração de empregos na região Norte. Prova disso é que 19,9% (ou um em cada cinco) dos empregados assalariados em empresas de alto crescimento estavam nas empreendedoras há três anos, de acordo com dados do IBGE
O empreendedorismo tem favorecido a geração de empregos na região Norte. Prova disso é que 19,9% (ou um em cada cinco) dos empregados assalariados em empresas de alto crescimento estavam nas empreendedoras há três anos, de acordo com dados do IBGE

O empreendedorismo tem favorecido a geração de empregos na região Norte. Prova disso é que 19,9% (ou um em cada cinco) dos empregados assalariados em empresas de alto crescimento estavam nas empreendedoras há três anos, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Segundo a Agência Brasil, do ponto de vista da atividade empreendedora, o técnico do Instituto Nacional, Cristiano Santos, responsável pelo levantamento, chegou a comentar que estes indicadores comprovam o crescimento mais acelerado da região em comparação a outras do país.
Das 147.440 empresas implementadas no território nortista, 3.110 eram caracterizadas como empresas de alto crescimento que, segundo critério da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Eco­nômico), apresentam ao ano, crescimento médio de 20% ou mais do pessoal ocupado assalariado durante um triênio, e tem pelo menos dez pessoas ocupadas assalariadas no ano inicial de observação.
Dos 1.119.664 funcionários empregados nesta época, 223.101 faziam parte das empresas de alto crescimento. O Amazonas, embora fosse responsável por uma fatia de 1,5% destes números, conseguiu a quarta melhor taxa de pessoal ocupado assalariado, 22%, que representa “o número de pessoal ocupado de empresas de alto crescimento da região dividido pelo número total de pessoal ocupado da região”.
Dentre as empresas de alto crescimento com até cinco anos de idade no ano inicial, denominadas ‘gazelas’, o resultado amazonense foi ainda melhor. Com uma taxa de 1,1% das unidades locais, o Estado obteve a melhor posição do país, além de conquistar uma taxa de 6,8% do pessoal ocupado assalariado, o que lhe rendeu a medalha de bronze no ranking nacional.
O disseminador de informações do IBGE no Amazonas, Adjalma Nogueira, afirma que isto descreve o fortalecimento das micro e pequenas empresas do Estado, que, mesmo sem qualquer exigência, mantiveram crescimento tanto no número de empresas quanto no de mão de obra.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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