Empresa promete abrir firma em 15 dias e oferece assessoria grátis

Em: 13 de setembro de 2009
Abertura de firmas do tipo 1 e 2 – que abrange microempresas – é o que o CNE (Centro de Negócio Empresarial) promete fazer em até 15 dias
Abertura de firmas do tipo 1 e 2 – que abrange microempresas - é o que o CNE (Centro de Negócio Empresarial) promete fazer em até 15 dias

Abertura de firmas do tipo 1 e 2 – que abrange microempresas – é o que o CNE (Centro de Negócio Empresarial) promete fazer em até 15 dias. Normalmente esse processo dura de 60 a 90 dias, de acordo com o proprietário Deuzimar Rodrigues. Segundo o mesmo, a rapidez de abertura depende da experiência do profissional, mas também depende se a documentação exigida para o tipo de atividade está completa.
Outro atrativo oferecido pelo CNE é a assessoria contábil, fiscal e de pessoal, gratuita por dois meses, às empresas abertas pelo Centro. Rodrigues primeiramente faz uma análise do cliente e do setor que ele pretende atuar. Logo depois, requere do cliente todos os documentos necessários para apresentação na Jucea (Junta Comercial do Estado do Amazonas), Receita Federal, Prefeitura e Sefaz.
O prazo de 15 dias começa a contar quando o CNE dá entrada na documentação na Jucea. “É importante ressaltar que outros tipos de firma, como o tipo 4, referente ao setor industrial, demora mais de 15 dias, por necessitar de certidões em órgãos que no tipo 1 não é pedido, por exemplo”, explicou Rodrigues. O proprietário informou que o valor cobrado para abertura de empresas, varia em média entre R$ 800 – firmas individuais – e R$ 1.600 para limitadas. Porém esse valor pode chegar até R$ 4.000, dependendo da atividade e porte.
Quando Deuzimar acorda com o cliente o prazo de 15 dias, após analisar toda a situação, é necessário entrar com um depósito de 50% do serviço, para arcar com as taxas de praxe. O restante do valor é pago ao final do processo e, acontecendo algum problema, fazendo com que CNE não consiga abrir no prazo, o valor pago é ressarcido. Quanto à assessoria, Rodrigues afirmou que é sem compromisso de continuidade do serviço após o término da gratuidade dos dois meses. “Essa espécie de cortesia oferecida aos clientes que abrem firma aqui, é para eles conhecerem nosso serviço e decidir se continuam com a gente ou não”, explicou. O valor da assessoria prestada pelo CNE varia de um salário mínimo – até cinco funcionários – e dois salários acima desse número. Com o aumento crescente de funcionários e faturamento, o valor da assessoria é revisto e acertado com o cliente.
Deuzimar trabalha diretamente com sua esposa, Priscila Rodrigues, formanda em contabilidade, encarregada de três áreas de atuação da empresa. Deuzimar Rodrigues atua a 15 anos no setor de contabilidade, desses, 12 foram trabalhando na Jucea. Rodrigues deixou a entidade para abrir seu próprio negócio e desde então possui um prédio no Centro da cidade, arrendado para um salão de beleza.

Recursos humanos

A equipe do CNE é formada por oito colaboradores de diversas áreas, e futuramente o segmento de recrutamento (recursos humanos) também será um dos serviços oferecidos. “Atualmente estamos com 40 clientes na área de assessoria, pretendemos chegar aos 100 até o final do ano”, declarou Rodrigues. No mesmo local, no andar de cima, funciona o CNE e um Cyber Café, também gerenciado por Deuzimar.
Até o final deste mês, o empresário pretende abrir no mesmo espaço, o Byte Caverna, espécie de cyber café temático, fazendo alusão às histórias em quadrinhos do super-herói Batman. O CNE fica situado na rua Costa Azevedo, 91/A Altos, Centro. O telefone é o 3622-0882.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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