Evento procura os ‘feras’ da informática em Manaus

Em: 10 de fevereiro de 2012
A ideia é importada, mas a iniciativa é totalmente regional. Dois jovens empresários realizam em Manaus a primeira maratona de desenvolvimento de softwares, conhecida como Hack-a-thon
A ideia é importada, mas a iniciativa é totalmente regional. Dois jovens empresários realizam em Manaus a primeira maratona de desenvolvimento de softwares, conhecida como Hack-a-thon

A ideia é importada, mas a iniciativa é totalmente regional. Dois jovens empresários realizam em Manaus a primeira maratona de desenvolvimento de softwares, conhecida como Hack-a-thon. Em estilo de um reality show, estudantes dos cursos de nível superior e técnico em informática, ciência da computação, engenharias e aficcionados por programação poderão pôr à prova todas as suas habilidades à frente de um computador.
O objetivo do evento é reunir a comunidade de programadores de Manaus, além de proporcionar a troca de experiência entre os participantes. De acordo com um dos organizadores, Marcelo Henrique, a ação será uma ótima oportunidade para que os desenvolvedores de programas de informática se conheçam.
A maratona tem a duração de 12 horas e com isso esperam-se encontrar os melhores programadores de Manaus. “O melhor programador não é só aquele que sabe programar, mas é aquele que é ativo na comunidade e que compartilha conhecimento”, avaliou, ainda, Henrique.
Das 12 horas de evento, dez serão reservadas para que os participantes desenvolvam um programa com base em um tema escolhido pela organização. Na edição deste ano da Hack-a-thon, os participantes terão como desafio desenvolver aplicativos e programas que melhorem, aprimorem ou façam integrações com as mídias sociais.
E quem se der bem no desafio vai levar para casa vários prêmios para fazer inveja a muitos geeks, termo carinhoso como são conhecidas as pessoas que gostam de tecnologia, de Manaus. Dentre os “mimos” para os destaques da competição está um iPod nano, camisetas ThinkGeek interativas, que captam sinais de wi-fi, amplificadores portáteis, entre outros prêmios.
Henrique faz a ressalva que o evento não é fechado para um determinado tipo de público. “Vale lembrar que a Hack-a-thon não tem como foco apenas os estudantes de cursos superiores. Tem muito programador bom que faz outros cursos ou está fora da sala de aula, só trabalhando”, enfatizou.
A disputa ocorrerá no Teatro Direcional no dia 25 de fevereiro das 10h às 22h e apenas 60 vagas estão disponíveis, através do site www.ingresse.com.br/hackatona. Para se inscrever, os participantes pagam uma taxa de R$ 18, com direito a alimentação durante as 12 horas de evento.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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