Feijoada no Balde uma ideia entre irmãs

Em: 18 de janeiro de 2017
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Uma ideia surge de várias formas. Às vezes basta uma necessidade, unido com amigos ou parentes para que ela nasça, ganhe forma e gere lucro para quem a idealize.

Foi dessa forma, que a profissional de Marketing, Louise Lauschner, 31, junto da sua irmã, a empresária do ramo de Restaurantes, Indianara Lauschner, 43, tiveram a ideia de vender a “Feijoada no Balde”.
“Na época, em que a gente começou a pensar na ideia, eu estava procurando abrir um negócio, mas ainda não sabia o quê. E em um belo sábado, almoçando a feijoada da minha irmã, pois sempre achei a melhor que já comi na vida, perguntei dela como a gente poderia vender aquela feijoada. Eu na parte de Marketing com as vendas e divulgação, e ela, na cozinha no preparo da feijoada”, lembrou Louise, que explica como surgiu a ideia até atual comercialização.

No pote ou no balde
A princípio Louise conta que elas estiveram dúvidas quanto ao transporte da feijoada até a casa do cliente, uma vez que em quentinhas seria complicado, por conta da sensibilidade no manuseio.
“Foi quando minha outra irmã teve a ideia de vendermos no Balde. Ai começamos a procurar o balde até encontrarmos esse, super seguro para o transporte e a nossa feijoada chega na casa do cliente quentinha”, reforça a empresária.

Ingredientes, História e Preparo
A Feijoada no Balde leva bacon, paio, costelinha de porco, linguiça, calabresa e outras carnes de porco, como pernil e sobrepaleta. É acompanha de arroz branco, farofa, couve à mineira, molho de pimenta e laranja. Também é possível pedir à parte porção de torresmo (R$ 18, 150g) e caipirinha (R$ 20 o litro).
“A nossa família é de origem Alemã vinda há muitos anos para o Brasil. E a minha, especificamente, se instalou no município de Maués, interior do Amazonas. E como a culinária Alemã também aprecia uma boa carne de porco, a carne da nossa feijoada é totalmente temperada à moda Alemã. Sendo que a gente não compra a carne salgada, como de costume por outras pessoas que preparam o prato. E esse tempero, é um segredo de família, que nossos clientes adoram”.

Cardápio
Além do tradicional, a empresa também possui um cardápio variado da Feijoada no Balde como: vegana, lentilha, bovina carne de soja, salsicha, vegetariana, macaxeira, abóbora, abobrinha, e a bovina, sem carne de porco, que inclui ingredientes como charque e mocotó. “Elas precisam ser encomendadas pelo menos 24 horas de antecedência”, explica Louise.

Crescimento
Há dois anos e três meses no mercado culinária de Manaus, a Feijoada no Balde cresce a cada mês, chegando a atender 30 pedidos por dia de funcionamento, mesmo em tempos de crise. E o publico alvo da empresa são das classes A, B e C+. “Pois como as pessoas diminuíram as saídas para os restaurantes, elas passaram a pedir mais pelo Delivery, aumentando as nossas vendas neste tempo difíceis”, explica Louise.

Como pedir
A Feijoada no Balde funciona apenas com entregas em domicílio ou retirada no local aos sábados, domingos e feriados, de 10h30 às 16h, com pronta entrega (o prazo é de até uma hora). A pronta entrega, o balde é vendido em três tamanhos:
O Balde Grande Família, serve de 8 a 10 pessoas, sai por R$169,90.
O Balde Família, serve de 4 a 5 pessoas, sai por R$99,90.
O Meio Balde, serve 2 pessoas e custa R$ 69,90.
Todos acompanham arroz, farofa, couve à mineira, laranja e o “Feijão Foguinho”, o molho de pimenta.

Tipos de baldes
Balde Grande Famila (3,6 litros )
Balde Familia (1,8 litros)
1/2 balde (900 ml)
E sob encomenda, o Balde Evento (10 litros) que serve até 30 pessoas e custa 489,90

Divulgação
Além da tradicional do pedido pelo telefones (3646-2145), Louise e Indianara divulgam a Feijoada no Balde nas redes sociais como: Facebook e Instagram, pelo In box, e por solicitações via WhatsApp (98465-8784).

Quando surgiu
A Feijoada no Balde foi inaugurada no dia 8 de Novembro de 2014, mas a ideia surgiu no mês de junho na Copa do Mundo. Mais informações sobre a empresa podem ser encontradas também no site www.feijoadanobalde.com.br.

Redes sociais dão tom certo para o negócio

Para a jornalista especialista em gestão de pessoas, com mestrado em Ciências da Comunicação e Doutoranda em Comunicação Mediática pela Universidade Federal de Santa Maria (RS), Jonária França, as irmãs Lauschner estão seguindo o rumo certo em divulgar seu empreendimento pelas redes sociais como: Instagram, Facebook e WhatsApp, além do site.

“As vendas pelas redes socias geram um ótimo retorno financeiro, porque hoje os sujeitos consumidores estão nelas. Mas para garantir esse sucesso das irmãs Lauschner, o empreendedor precisa primeiro saber quem é o seu público e que tipo de rede social ele está usando. Porém, por ele estar presente nas redes sociais, significa que terá que estar disponível a atender e dar retorno ao seu cliente sempre muito rápido”, explica a especialista.

Outra dica sugerida por Jornária, é que o empresário sempre tenha um profissional Designer Gráfico, para que a marca da empresa se posicione no mercado da melhor forma. “Assim vai ser lembrado sempre que uma pessoa ver esta marca, mesmo não havendo qualquer texto acompanhando. E também é preciso ter profissionais preparados para atuarem junto às redes sociais. O amadorismo não ajuda a nenhuma marca ou empresa e, muitas vezes, pode até prejudicar o negócio”, salienta ela.

Com relação aos sites, Jonária ressalta que a página funciona mais como um espaço formal para que as pessoas possam conhecer a empresa. “Ele pode continuar existindo, mas uma boa campanha nas redes sociais vai dar sempre mais visibilidade por causa do caráter imediatista desse tipo de ferramenta”, finaliza Jonária.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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