Uma ideia surge de várias formas. Às vezes basta uma necessidade, unido com amigos ou parentes para que ela nasça, ganhe forma e gere lucro para quem a idealize.
Foi dessa forma, que a profissional de Marketing, Louise Lauschner, 31, junto da sua irmã, a empresária do ramo de Restaurantes, Indianara Lauschner, 43, tiveram a ideia de vender a “Feijoada no Balde”.
“Na época, em que a gente começou a pensar na ideia, eu estava procurando abrir um negócio, mas ainda não sabia o quê. E em um belo sábado, almoçando a feijoada da minha irmã, pois sempre achei a melhor que já comi na vida, perguntei dela como a gente poderia vender aquela feijoada. Eu na parte de Marketing com as vendas e divulgação, e ela, na cozinha no preparo da feijoada”, lembrou Louise, que explica como surgiu a ideia até atual comercialização.
No pote ou no balde
A princípio Louise conta que elas estiveram dúvidas quanto ao transporte da feijoada até a casa do cliente, uma vez que em quentinhas seria complicado, por conta da sensibilidade no manuseio.
“Foi quando minha outra irmã teve a ideia de vendermos no Balde. Ai começamos a procurar o balde até encontrarmos esse, super seguro para o transporte e a nossa feijoada chega na casa do cliente quentinha”, reforça a empresária.
Ingredientes, História e Preparo
A Feijoada no Balde leva bacon, paio, costelinha de porco, linguiça, calabresa e outras carnes de porco, como pernil e sobrepaleta. É acompanha de arroz branco, farofa, couve à mineira, molho de pimenta e laranja. Também é possível pedir à parte porção de torresmo (R$ 18, 150g) e caipirinha (R$ 20 o litro).
“A nossa família é de origem Alemã vinda há muitos anos para o Brasil. E a minha, especificamente, se instalou no município de Maués, interior do Amazonas. E como a culinária Alemã também aprecia uma boa carne de porco, a carne da nossa feijoada é totalmente temperada à moda Alemã. Sendo que a gente não compra a carne salgada, como de costume por outras pessoas que preparam o prato. E esse tempero, é um segredo de família, que nossos clientes adoram”.
Cardápio
Além do tradicional, a empresa também possui um cardápio variado da Feijoada no Balde como: vegana, lentilha, bovina carne de soja, salsicha, vegetariana, macaxeira, abóbora, abobrinha, e a bovina, sem carne de porco, que inclui ingredientes como charque e mocotó. “Elas precisam ser encomendadas pelo menos 24 horas de antecedência”, explica Louise.
Crescimento
Há dois anos e três meses no mercado culinária de Manaus, a Feijoada no Balde cresce a cada mês, chegando a atender 30 pedidos por dia de funcionamento, mesmo em tempos de crise. E o publico alvo da empresa são das classes A, B e C+. “Pois como as pessoas diminuíram as saídas para os restaurantes, elas passaram a pedir mais pelo Delivery, aumentando as nossas vendas neste tempo difíceis”, explica Louise.
Como pedir
A Feijoada no Balde funciona apenas com entregas em domicílio ou retirada no local aos sábados, domingos e feriados, de 10h30 às 16h, com pronta entrega (o prazo é de até uma hora). A pronta entrega, o balde é vendido em três tamanhos:
O Balde Grande Família, serve de 8 a 10 pessoas, sai por R$169,90.
O Balde Família, serve de 4 a 5 pessoas, sai por R$99,90.
O Meio Balde, serve 2 pessoas e custa R$ 69,90.
Todos acompanham arroz, farofa, couve à mineira, laranja e o “Feijão Foguinho”, o molho de pimenta.
Tipos de baldes
Balde Grande Famila (3,6 litros )
Balde Familia (1,8 litros)
1/2 balde (900 ml)
E sob encomenda, o Balde Evento (10 litros) que serve até 30 pessoas e custa 489,90
Divulgação
Além da tradicional do pedido pelo telefones (3646-2145), Louise e Indianara divulgam a Feijoada no Balde nas redes sociais como: Facebook e Instagram, pelo In box, e por solicitações via WhatsApp (98465-8784).
Quando surgiu
A Feijoada no Balde foi inaugurada no dia 8 de Novembro de 2014, mas a ideia surgiu no mês de junho na Copa do Mundo. Mais informações sobre a empresa podem ser encontradas também no site www.feijoadanobalde.com.br.
Redes sociais dão tom certo para o negócio
Para a jornalista especialista em gestão de pessoas, com mestrado em Ciências da Comunicação e Doutoranda em Comunicação Mediática pela Universidade Federal de Santa Maria (RS), Jonária França, as irmãs Lauschner estão seguindo o rumo certo em divulgar seu empreendimento pelas redes sociais como: Instagram, Facebook e WhatsApp, além do site.
“As vendas pelas redes socias geram um ótimo retorno financeiro, porque hoje os sujeitos consumidores estão nelas. Mas para garantir esse sucesso das irmãs Lauschner, o empreendedor precisa primeiro saber quem é o seu público e que tipo de rede social ele está usando. Porém, por ele estar presente nas redes sociais, significa que terá que estar disponível a atender e dar retorno ao seu cliente sempre muito rápido”, explica a especialista.
Outra dica sugerida por Jornária, é que o empresário sempre tenha um profissional Designer Gráfico, para que a marca da empresa se posicione no mercado da melhor forma. “Assim vai ser lembrado sempre que uma pessoa ver esta marca, mesmo não havendo qualquer texto acompanhando. E também é preciso ter profissionais preparados para atuarem junto às redes sociais. O amadorismo não ajuda a nenhuma marca ou empresa e, muitas vezes, pode até prejudicar o negócio”, salienta ela.
Com relação aos sites, Jonária ressalta que a página funciona mais como um espaço formal para que as pessoas possam conhecer a empresa. “Ele pode continuar existindo, mas uma boa campanha nas redes sociais vai dar sempre mais visibilidade por causa do caráter imediatista desse tipo de ferramenta”, finaliza Jonária.






