Inflação semanal sobe em sete capitais

Em: 14 de outubro de 2010
O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) subiu nas sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas na primeira semana de outubro, de acordo com comunicado divulgado ontem pela instituição
O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) subiu nas sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas na primeira semana de outubro, de acordo com comunicado divulgado ontem pela instituição

O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) subiu nas sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas na primeira semana de outubro, de acordo com comunicado divulgado ontem pela instituição.
As altas foram expressivas em Porto Alegre (RS) e Recife (PE), onde o IPC-S passou de -0,14% para 0,29% e de -0,13 para 0,17%, respectivamente. Em Belo Horizonte (MG), a taxa quase dobrou, subindo de 0,23% para 0,42%.
Na capital gaúcha, a Fundação Getúlio Vargas constatou inflação em seis da sete classes de despesas e em Recife, em quatro classes. A fundação pesquisa preços de produtos nas áreas de alimentação (onde a alta foi mais sentida), habitação, vestuário, transporte, saúde, educação e outras despesas das famílias.
Na capital fluminense, o IPC-S subiu de 0,33% para 0,55%. Em Salvador, o índice cresceu 0,16 ponto percentual, fechando em 0,37%. Em São Paulo, o indicador passou de 0,83% para 0,98%, e, em Brasília, o resultado de 0,36% é 0,09 ponto percentual acima do anterior.
Segundo os dados divulgados na última sexta-feira, 8, pela FGV, o IPC-S registrou alta de 0,66% na primeira semana do mês de outubro em relação à apuração anterior, quando a inflação foi de 0,46%.

São Paulo

Já o IPC (Índice de Preços ao Consumidor), medido pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) na cidade de São Paulo, ficou em 0,76%, na primeira prévia de outubro. Essa alta significa um acréscimo de 0,23 ponto percentual sobre o resultado do encerramento de setembro (0,53%).
Dos sete grupos de despesas apurados, quatro indicaram avanços de preços. O mais expressivo foi o de alimentação, cuja taxa subiu 2,24% ante 1,57%.
Em transportes, o IPC atingiu 0,24%, resultado bem superior ao da medição passada (-0,02%). No grupo despesas pessoais, houve alta de 0,44% ante 0,19%, e, em habitação, a taxa passou de 0,34% para 0,40%.
O único grupo que apresentou variação em índice inferior ao do último levantamento foi vestuário, com 0,31% ante 0,54%. Nos dois grupos restantes foram constatadas estabilidade: saúde, com 0,19%, e educação, com 0,06%.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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