Lideranças garantem que PIM cresceu mais de 7%

Em: 1 de junho de 2010
Na avaliação dos representantes da indústria amazonense a pesquisa nacional da produção mensal do setor, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), não reflete a realidade do PIM
Na avaliação dos representantes da indústria amazonense a pesquisa nacional da produção mensal do setor, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), não reflete a realidade do PIM

Na avaliação dos representantes da indústria amazonense a pesquisa nacional da produção mensal do setor, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), não reflete a realidade do PIM (Polo Industrial de Manaus). Para os dirigentes, na verdade, o polo puxou as estatísticas para cima no período assinalado pelo instituto.
O presidente do Cieam (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), Maurício Loureiro, aponta que o Estado exibe resultados acima da média nacional. “Precisamos avaliar que, enquanto o Brasil cresce 5%, o Amazonas cresce 8%. Essa retração não chegou aqui, pois mantivemos a produção e o número de empregos foi maior em abril do que em março”, afirmou o dirigente.
Para o presidente da Fieam (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas), Antonio Silva, o Distrito Industrial continua em pleno vapor e evitou que a queda no índice nacional de produção da indústria fosse maior. “Graças à produção do PIM, a retração nacional não foi maior”, afirmou.
Segundo o dirigente, os setores de eletroeletrônicos e relógios alavancaram os índices de produção do polo em abril. Já o setor de bebidas, que teve queda nacional, deverá, também, sofrer retração nas estatísticas regionais. “Essa queda de produção do setor deverá ser logo compensada com o consumo de bebidas na Copa”, amenizou.

“Aquecimento vertiginoso”

Ainda de acordo com o presidente da Fieam, os dados da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), que devem ser divulgados pela autarquia nos próximos dias, demonstram crescimento de 7% a 8 % na produção de abril. Por conta disso, a manufatura espera encerrar o ano com receita de US$ 35 bilhões a US$ 38 bilhões. “Só esperamos que o Governo Federal, Receita Federal, Infraero e demais instituições federais estejam preparados para o aquecimento vertiginoso da nossa produção local”, concluiu Antonio Silva.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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