Os problemas ocasionados pela grande cheia do rio Negro aos empresários com estabelecimentos alocadsos na feira da Manaus Moderna começaram a ser avaliados pelas instituições compententes. Comerciantes das imediações já registram queda de 50% nas vendas.
Atendendo às reclamações dos solicitadas por intemédio da ACA (Associação Comercial do Amazonas), o presidente da FVS (Fundação de Vigilância em Saúde), Evandro Melo e o secretário da Semulsp (Secretaria Municipal de Limpeza Pública), Paulo César Cavaletti, estiveram na manhã da última terça-feira no local compareceram a Manaus Moderna.
Eles foram verificar in loco o problema ocasionado pela cheia do rio Negro nas lojas que ficam nas ruas Miranda Leão, Rua dos Barés e Barão de São Domingos.
Como providência imediata, os secretários determinaram que toda água empossada ,que está prejudicando o tráfego, seja dragada e que o local receba tratamento químico para evitar proliferação de doenças.
Além disso, empresários ligados à ACA irão a Secretaria de Fazenda para tentar apoio com o pagamento do ICMS. Em reunião com o presidente interino da ACA, Ismael Bicharra, os empresários chegarama a um consenso quanto a medida de solicitar ao ssecretário da pasta, Isper Abrahim a prorrogação do pagamentos do ICMS de 15 de juho e 15 de agosto para 25 de setembro e 25 de outubro de 2009.
A reivindicação se dá em razão da cheia do rio Negro estar afetando muito as vendas, especialmente, na rua Miranda Leão, rua dos Barés e Barão de São Domingos.
Nas duas primeiras houve evasão de clientela em razão do comprometimento do tráfego de veículos em razão da invasão das águas.
Já na rua Barão de São Domingos, a construção de uma passarela, facilitou o trânsito de pedestres; contudo, os comerciantes do interior, principal público consumidor destes locais, tem diminuído a sua frequência em razão da pouca receita com as vendas desde o início do período de chuvas, segundo informações do diretor da ACA, Ataliba David Antônio Filho, que é proprietário da loja de ferragens O.C. Antônio localizada naquele trecho.
Os empresários das ruas próximas à Feira da Banana também reclamam dos prejuízos que começam a acumular. É o caso do comerciante Ari Ângelo Gubert, da Distribuidora Londrina, localizada na Rua dos Barés, que comercializa estivas.
Há mais de um mês ele calcula perdas de 50% nas vendas do seu negócio. Antes, Gubert empregava 90 funcionários e por conta da inundação, foi obrigado a demitir cerca de 20 colaboradores.
A situação se repete para o empresário Jeferson Nobre, do Armazém Santa Clara. Ele também soma prejuízos na loja da Rua Barão de São Domingos, e também já demitiu três dos 15 funcionários que contratava.
Na mesma rua o representante da loja Popular Abelha calcula que em 40 dias teve redução de 40% nas vendas.
Manaus Moderna recebe atendimento
Em: 1 de julho de 2009
Os problemas ocasionados pela grande cheia do rio Negro aos empresários com estabelecimentos alocadsos na feira da Manaus Moderna começaram a ser avaliados pelas instituições compententes
Redação
Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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