Maracujá híbrido deve ser lançado este mês

Em: 7 de maio de 2008
O potencial produtivo, a resistência a pragas e doenças e a adaptação a diferentes condições agroclimáticas dos híbridos de maracujazeiro-azedo BRS Gigante Amarelo.
O potencial produtivo, a resistência a pragas e doenças e a adaptação a diferentes condições agroclimáticas dos híbridos de maracujazeiro-azedo BRS Gigante Amarelo.

O potencial produtivo, a resistência a pragas e doenças e a adaptação a diferentes condições agroclimáticas dos híbridos de maracujazeiro-azedo BRS Gigante Amarelo, BRS Sol do Cerrado e BRS Ouro Vermelho, a serem lançados no dia 29 de maio pela Embrapa Cerrados e Embrapa Transferência de Tecnologia, Unidades da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), estão sendo testados por pequenos produtores em diversas regiões do país.
Produtores de Goiás, São Paulo, Paraná, Bahia, Pernambuco, Minas Gerais, Pará, Mato Grosso e Amazonas, Estados em que foram instaladas unidades demonstrativas da pesquisa, já estão colhendo frutos dos três novos tipos de maracujá. “Avaliamos o potencial do material em diferentes regiões antes de fazer a recomendação”, explicou o pesquisador Fábio Faleiro, da Embrapa Cerrados.
Se depender da avaliação dos agricultores de Cabeceiras (GO), município a 130 km de Brasília (DF), os híbridos já podem ser recomendados para cultivo no Centro-oeste. Os três tipos de maracujá, plantados por 13 produtores da Coopervila, cooperativa agrícola que reúne 21 agricultores familiares de Cabeceiras, já renderam a primeira safra. O plantio foi feito no final de agosto e as plantas começaram a produzir em dezembro.
A possibilidade de colher a primeira safra poucos meses depois do plantio é uma das características que fazem do maracujá uma cultura apropriada para a agricultura familiar. Os agricultores da Coopervila têm uma área plantada de maracujá de 15 hectares. A abóbora maranhão, cultivada em 80 hectares, é outra fonte de renda importante dos produtores de Cabeceiras.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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