O ministro Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário) disse na sexta-feira que o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) tem o direito de se manifestar. Ele não quis comentar as invasões a prédios públicos e empresas promovidas nos últimos dias pelo MST para lembrar as mortes de 19 trabalhadores rurais em Eldorado do Carajás (PA), há 12 anos.
Cassel rebateu as críticas do líder do MST João Pedro Stedile, que disse que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva precisa “criar vergonha na cara” para cumprir acordos feitos com os sem-terra.
Cassel disse que o Brasil avançou muito com a reforma agrária no governo do presidente Lula. “Tenho certeza que a gente vem avançando muito em reforma agrária. Aposto na continuidade do trabalho”, afirmou.
Cassel informou que das 970 mil família assentadas em toda a história do país, 450 mil foram assentadas nos últimos cinco anos.
Ele ressaltou que o governo vem fazendo ações além dos assentamentos, como abertura de créditos e financiamentos e assistência técnica aos assentados. “Reforma agrária não é unicamente colocar sem-terra na terra”, afirmou.
Ministro defende direito de manifestação do MST e rebate comentários de Stedile
Em: 18 de abril de 2008
O ministro Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário) disse na sexta-feira que o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) tem o direito de se manifestar.
Redação
Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
Veja também

Mark Zuckerberg critica apelos para desacelerar desenvolvimento da IA
16 de setembro de 2026

Cantora Mahmundi faz show no Encruzilhada Bar neste sábado (19/09)
16 de setembro de 2026

Mercado de beleza se divide entre preços baixos e luxo
16 de setembro de 2026

90% dos brasileiros mudam hábitos de compra para economizar
16 de setembro de 2026

STF provocou mal-estar cívico na população, diz Cármen Lúcia
16 de setembro de 2026

Cirurgias eletivas pelo SUS passam de 7,5 milhões no primeiro semestre
16 de setembro de 2026


Bets reduzem consumo e atividade econômica, diz pesquisa da USP
15 de setembro de 2026