Nicolau vê solução satisfatória para os táxis-lotação

Em: 16 de abril de 2008
Segundo Nicolau, a fiscalização deverá ser feita também nos ônibus que cobrem o trajeto desses municípios, porque muitos deles trafegam sem as mínimas condições, sujos e com vários anos em circulação.
Segundo Nicolau, a fiscalização deverá ser feita também nos ônibus que cobrem o trajeto desses municípios, porque muitos deles trafegam sem as mínimas condições, sujos e com vários anos em circulação.

A audiência pública realizada na terça-feira, na ALE (Assembléia Legislativa do Estado), com a participação de taxistas que prestam serviços entre Manaus e os municípios de Rio Preto da Eva, Itacoatiara, Presidente Figueiredo e vice-versa, acena para uma solução satisfatória.
A informação foi prestada em plenário pelo deputado Ricardo Nicolau (PR), vice-líder do governo e presidente da Comissão de Administração, Serviços Públicos, Transportes e Obras, ao comentar sobre os contatos feitos com a Arsam para dirimir a questão principal: a cobrança de uma taxa que acabou suspensa, após intervenção do presidente em exercício da ALE, deputado Vicente Lopes (PMDB), até que se tenha uma alternativa para a problemática do transporte alternativo.
De acordo com Nicolau, é necessário que essa polêmica seja rediscutida e, de uma vez por todas, regulamentada a legislação se assim for o caso. A Arsam, por ser o órgão fiscalizador, deve fazer a fiscalização, inspeção e todos os trâmites legais para que os táxis-lotação -uma escolha do usuário-, possa prestar o serviço com segurança e conforto aos seus passageiros.
Ricardo Nicolau afirmou ainda que os parlamentares estarão firmes, analisando e participando de forma efetiva na busca de soluções para o caso.
Na opinião do vice-líder governista, a fiscalização deverá ser feita também nos ônibus que cobrem o trajeto entre Manaus, Itacoatiara, Rio Preto e Presidente Figueiredo, porque muitos deles trafegam sem as mínimas condições, sujos e com vários anos em circulação. Muitos veículos já deveriam, inclusive, estar fora de circulação.
Para o deputado, se as pessoas optam pela troca por um serviço alternativo é porque não estão satisfeitas com a linha regular, entendendo-se que o escolhido é melhor e atende os anseios dos usuários que buscam por melhoras.

Redação

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