Preço do megawatt cai 53%, negociado a R$ 256,05

Em: 6 de fevereiro de 2008
O PLD (Preço de Liquidação das Diferenças), que é o preço do megawatt a curto prazo, caiu 53% e nesta semana será negociado a R$ 256,05 no patamar de carga pesada em todas as regiões do País.
O PLD (Preço de Liquidação das Diferenças), que é o preço do megawatt a curto prazo, caiu 53% e nesta semana será negociado a R$ 256,05 no patamar de carga pesada em todas as regiões do País.

O PLD (Preço de Liquidação das Diferenças), que é o preço do megawatt a curto prazo, caiu 53% e nesta semana será negociado a R$ 256,05 no patamar de carga pesada em todas as regiões do País. De acordo com a Câmara de CCEE (Comercialização de Energia Elétrica), órgão responsável pelo cálculo do PLD, “a queda registrada foi causada pelas altas afluências registradas no submercado Sudeste/Centro-Oeste na semana passada”.
O presidente do Conselho de Administrada da CCEE, Antônio Carlos Fraga Machado, disse que a redução do PLD já era esperada. “A queda do preço reflete a melhora hidrológica que está sendo verificada no país”, explicou o executivo.
Na segunda quinzena de janeiro a configuração da Zona de Convergência do Atlântico Sul, que vai da Amazônia até o Oceano Atlântico, favoreceu a ocorrência de chuvas fortes nas principais bacias da Região Sudeste, o que colaborou para a recuperação do nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidroelétricas.
Apesar desses dados animadores, especialistas lembram que o momento de otimismo não se refere às Regiões Norte e Nordeste, onde a evolução das Energias Naturais Afluentes tem sido lenta.
A expectativa do mercado é que a situação destes submercados comece a melhorar a partir da terceira semana de fevereiro.
Em janeiro do ano passado, os preços estavam em R$ 17,59 por megawatt-hora), em 2006 o PLD estava em R$ 16,92, em 2005 chegou a R$ 18,33 e em 2004, a R$ 17,58.
De acordo com o Operador Nacional do Sistema, os reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste fecharam a semana passada com 50,8% do volume dos reservatórios, 2,2% abaixo da curva de aversão ao risco. A Região Sul conta com 63,3% de volume de água acumulado e 15,3% acima da curva de aversão ao risco. Em situação bem diferente, o submercado Norte registrou 30% de volume de água e o Nordeste, 30,6%.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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