Presidente da Infraero confia no andamento das obras no Estado

Em: 23 de agosto de 2011
O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, afirmou ontem, em Manaus, que as obras do Aeroporto Eduardo Gomes não irão atrasar
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O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, afirmou ontem, em Manaus, que as obras do Aeroporto Eduardo Gomes não irão atrasar

O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, afirmou ontem, em Manaus, que as obras do Aeroporto Eduardo Gomes não irão atrasar. Ele disse que sua vinda a Manaus teve como objetivo verificar todo o processo de início da ampliação e modernização dos terminais, além de avaliar as empresas que ganharam a licitação, a fim de que a reforma já se inicie nos primeiros dez dias do próximo mês.
Na última quinta-feira, foram abertas as propostas , tendo sido oferecida a melhor proposta pelo consórcio Encalso/Engevix/Kallas, com R$ 344.028 milhões. Os responsáveis pela licitação ainda estão avaliando os documentos apresentados com os termos do edital.
O presidente da Infraero explica que há pouco tempo e a obra é longa. O executivo afirmou que as atividades serão executadas com o aeroporto em funcionamento, porém, não há motivos para atrasos. Ele afirma que a empresa está na semana de acordo coletivo deste ano, onde 65% das assembleias já tinham entrado em acordo salarial, o que descarta qualquer possibilidade de greve posterior ao início das obras.
O presidente declara também outras obras aeroportuárias dentro do Estado do Amazonas, dentre elas está incluído o Aeroporto de Ponta Pelada que terá uma reforma completa da pista para se sustentar como um aeroporto alternativo na região. Além da capital, ele afirma que pode e deve existir ao longo do tempo investimentos nos demais aeroportos do Amazonas, sendo essa a única maneira de atrair outras companhias aéreas para operar nessas cidades, aumentando a concorrência e diminuindo as tarifas para os voos tão próximos e cita como exemplo o aeroporto de Campinas.
“Depois que a Companhia Azul resolveu fazer com que Campinas fosse rota principal do Brasil e que de lá partissem vários voos para quase todo o país, o aeroporto de Campinas cresceu disparadamente. A única maneira de coibir preços absurdos é incentivando a concorrência, portanto, quanto mais aeroportos estiverem em transição de aviação comercial, mais essas empresas chegarão”, completou. As respectivas obras ainda não têm previsão de início ou valores estipulados, mas ele explica que a secretaria de aviação é a responsável por estudar tais projetos.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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