Produtos gráficos não causam dano ambiental

Em: 29 de julho de 2008
Espinosa lembra que as florestas cultivadas, além de seqüestrarem expressivas quantidades de carbono na atmosfera, ainda garantem a sustentabilidade da produção, sem ameaçar uma árvore nativa sequer.
Espinosa lembra que as florestas cultivadas, além de seqüestrarem expressivas quantidades de carbono na atmosfera, ainda garantem a sustentabilidade da produção, sem ameaçar uma árvore nativa sequer.

O presidente da ABTG (Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica) – entidade ligada à Abigraf (Associação Brasileira da Indústria Gráfica) -, Reinaldo Espinosa, manifesta preo­cupação quanto a algumas informações equivocadas que têm sido veiculadas, sobre o papel utilizado na impressão.
“Não se pode atribuir à atividade qualquer responsabilidade de dano ambiental no tocante ao consumo de madeira, pois as gráficas brasileiras só utilizam papel adquirido de indústrias que produzem o insumo a partir de madeira de origem certificada e integralmente proveniente de florestas cultivadas”.
Espinosa lembra que as florestas cultivadas, além de seqüestrarem expressivas quantidades de carbono na atmosfera, ainda garantem a sustentabilidade da produção, sem ameaçar uma árvore nativa sequer.
“Não podemos culpar a produção de livros, revistas, ca­dernos, jornais e outros impressos pela devastação de nossas florestas, problema ligado ao comércio ilegal e contrabando de madeira”, acentua o presidente da ABTG.
A indústria gráfica brasileira é parte fundamental na economia deste país. Em 2007, seu faturamento atingiu R$ 22 bilhões, re­presentando cerca de 1% do PIB. As 19 mil empresas que integram o parque gráfico nacional geram 202 mil empregos diretos. Além disso, os impressos são exportados para diversos países, gerando US$ 280 milhões ao ano.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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