Quando os livros de ficção científica estavam certos

Em: 20 de maio de 2014
Escritores fizeram previsões que se tornariam realidade
Escritores fizeram previsões que se tornariam realidade

Ao escrever obras de ficção científica, os escritores usam toda sua criatividade para tentar traçar um reflexo de como será o futuro. Embora muitos livros invistam em histórias que dificilmente se concretizariam, existem autores que, de fato, acertam em suas previsões.
Uma leitora do io9, Isabelle Turner, baseou-se no site para criar um infográfico apresentando todas as vezes que os livros de ficção científica estavam corretos. No lado esquerdo da arte, ela lista as previsões e, do outro, revela o ano em que a descoberta aconteceu na vida real.
No século 18, “As Viagens de Gulliver”, escrito por Jonathan Swift, por exemplo, afirmou que Marte tinha dois satélites naturais —o que foi descoberto em 1877. O livro “Vinte Mil Léguas Submarinas” (1870), de Júlio Verne, falava de submarinos elétricos. Quase um século depois, nos anos 1960, os veículos foram inventados.
Até mesmo os cartões de crédito já haviam sido previstos no século 19, por “Looking Backward”, de Edward Bellamy. Mas a obra que é realmente líder em acertos é “Stand on Zanzibar”, de 1969: ela fez previsões como a TV sob demanda, a TV via satélite, impressoras a laser, a ascensão de carros elétricos, ou ainda, a criação da União Europeia.
Há vários clássicos na lista: “Admirável mundo novo”, de Aldous Huxley, antecipou as drogas que alteram o humor e a engenharia genética; “2001, uma Odisseia no espaço”, de Arthur C. Clarke, previu os satélites de comunicação; e 1984, de George Orwell, narrou a espionagem governamental em massa, uma realidade que ficou conhecida no ano passado após as revelações de Edward Snowden. Veja a lista completa em: http://revistagalileu.globo.com/Cultura.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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