Saldo de leasing e CDC sobe 21,5% no primeiro trimestre de 2009

Em: 6 de maio de 2009
Recente levantamento da Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras) sobre o primeiro trimestre de 2009 apontou crescimento de 21,5% do saldo de leasing e CDC para aquisição de automóveis por pessoas físicas
Recente levantamento da Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras) sobre o primeiro trimestre de 2009 apontou crescimento de 21,5% do saldo de leasing e CDC para aquisição de automóveis por pessoas físicas

Recente levantamento da Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras) sobre o primeiro trimestre de 2009 apontou crescimento de 21,5% do saldo de leasing e CDC (Crédito Direto ao Consumidor) para aquisição de automóveis por pessoas físicas.
As carteiras saltaram de R$ 120 bilhões em março de 2008, para R$ 145,8 bilhões no mesmo mês deste ano. Este montante representa 35,7% de todo o crédito concedido pelo Sistema Financeiro Nacional para ­pessoas físicas.
Analisadas separadamente, a carteira de CDC caiu 2,6% em comparação ao primeiro trimestre de 2008, de R$ 83,7 bilhões para R$ 81,5 bilhões. Já o saldo das operações de leasing cresceu 77,1%, de R$ 36,3 bilhões em março do ano passado, para R$ 64,3 bilhões em março deste ano.
“A preferência entre uma modalidade e outra está principalmente relacionada ao custo de cada uma delas. Em 2008, o CDC cedeu espaço para o leasing uma vez que este não sofre a incidência do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), cuja alíquota foi majorada em janeiro de 2008 para 3,38% e em dezembro reduzida para 1,88%. Esta redução ainda não reflete na carteira, mas já pode ser vista na participação de cada modalidade”, afirmou Luiz Montenegro, presidente da Anef.
Outro ponto relevante no período foi a queda da taxa média de juros, que atingiu em março o patamar de 1,63% ao mês (21,41% ao ano). Em fevereiro de 2009, os juros estavam em 1,70% (22,42% ao ano). Quando relacionado a março de 2008, período em que se registraram juros de 1,61% ao mês (21,13% ao ano), as taxas ainda estão superiores, porém com forte tendência de queda.
Em relação aos planos de financiamento oferecidos pelas financeiras, os três primeiros meses do ano permaneceram estáveis, com plano máximo de 60 meses e média de 40 meses. Em comparação com o primeiro trimestre de 2008 houve queda, já que registrou-se planos máximos de 72 meses e médios de 42 meses.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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