Setor de construção registra recuo

Em: 25 de setembro de 2012
A atividade industrial da construção civil brasileira caiu em agosto na comparação com julho, segundo a Sondagem Indústria da Construção, divulgada ontem pela CNI
A atividade industrial da construção civil brasileira caiu em agosto na comparação com julho, segundo a Sondagem Indústria da Construção, divulgada ontem pela CNI

A atividade industrial da construção civil brasileira caiu em agosto na comparação com julho, segundo a Sondagem Indústria da Construção, divulgada ontem pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). É o terceiro recuo mensal consecutivo.
O indicador, que mede a evolução da produção do setor, ficou em 48,1 pontos no mês passado -ante 51,1 em julho e 45,5 pontos em junho. Em agosto do ano passado, o índice estava em 54,9 pontos.
Os indicadores da CNI variam de zero a cem e, quando estão abaixo de 50, indicam retração da atividade econômica.
Segundo a sondagem, o pior desempenho ficou por conta das pequenas empresas, que registraram 46,3 pontos no nível de atividade -contra 49 das médias e 48,2 das grandes empresas. Mesmo com o desaquecimento do setor, o indicador de utilização da capacidade de operação subiu um ponto percentual de julho para agosto e atingiu 70%.

Otimismo

Apesar do cenário de desaquecimento, a pesquisa mostra que os empresários da construção estão otimistas. A expectativa deles para a atividade nos próximos seis meses foi de 57 pontos e a sobre novos empreendimentos e serviços, 56,7.
A pesquisa foi realizada entre 3 e 14 de setembro e ouviu 475 empresas do setor (176 pequenas, 186 médias e 113 grandes).

Sondagem

Para chegar ao índice de Sondagem Industrial, a CNI envia um questionário a diversas indústrias de todo o país.
Os empresários têm de responder a três blocos de perguntas todos os meses sobre o desempenho de sua empresa em relação ao mês anterior, as perspectivas para o seu negócio para os próximos seis meses e o índice de confiança do empresário naquele mês.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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