Uma indústria forte e pulverizada por todas as unidades da Federação, composta majoritariamente por micro e pequenas empresas e com enorme transversalidade, pois interage com diversos setores e cadeias produtivas. Essa é apenas uma das conclusões do Estudo Setorial da Indústria Gráfica no Brasil, realizado em parceria pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa) e a Abigraf (Associação Brasileira da Indústria Gráfica), a ser lançado hoje. O Iemi (Instituto de Estudos e Marketing Industrial) foi o responsável pela elaboração do trabalho. O evento de lançamento ocorrerá no auditório da sede do Sebrae Nacional em Brasília, a partir das 10h30, e contará com a presença dos diretores das duas instituições parceiras.
O Estudo Setorial da Indústria Gráfica no Brasil é considerado pioneiro, devido à abrangência nacional e à profundidade de detalhes. Trata-se também do primeiro trabalho realizado pela parceria estabelecida entre Sebrae Nacional e Abigraf, visando subsidiar a construção de propostas, projetos, programas e estratégias, a serem implementados pelas duas entidades em todo o país, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento das empresas e dos negócios do setor gráfico brasileiro.
“Ao mesmo tempo em que ratifica a pujança do parque gráfico brasileiro, sua pirâmide estrutural com base constituída por pequenas e médias empresas e seu avanço de qualidade, esse trabalho identifica as tendências e os desafios a serem vencidos”, destaca o presidente da Abigraf Nacional, Alfried Karl Plöger.
Para o presidente do Sebrae Nacional, Paulo Okamotto, o Estudo Setorial da Indústria Gráfica no Brasil, é um marco importante para o desenvolvimento do setor, constituído massivamente de micro e pequenas empresas. É um documento de grande utilidade para todos aqueles que nele atuam direta ou indiretamente ou trabalham em prol do desenvolvimento do País”.
Organizações registradas
O levantamento realizados pelas entidades indica o total de empresas registradas no setor gráfico em todo o território nacional, cuja maioria (88%) é de micro e pequenas empresas. Traz, também informações sobre empregos gerados e a respeito do parque gráfico no País.
A metodologia aplicada neste estudo foi baseada em técnicas de pesquisa primária (de perfil quantitativo descritivo), e nas estatísticas Rais (Relatório Anual de Informações Sociais) e Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), disponíveis no CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas), IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)Pesquisa Anual Industrial), da Secretaria de Comércio Exterior, do Banco Central do Brasil, do Ministério do Trabalho e Emprego, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e outros.







