Taxa de desemprego se mantém estável em 10,5%

Em: 31 de março de 2011
A taxa de desemprego no país se apresentou estável em fevereiro, de acordo com pesquisa realizada pela Fundação Seade e pelo Dieese em sete regiões metropolitanas
A taxa de desemprego no país se apresentou estável em fevereiro, de acordo com pesquisa realizada pela Fundação Seade e pelo Dieese em sete regiões metropolitanas

A taxa de desemprego no país se apresentou estável em fevereiro, de acordo com pesquisa realizada pela Fundação Seade e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) em sete regiões metropolitanas. O índice ficou em 10,5%, ante taxa de 10,4% registrada em janeiro.
O índice em São Paulo também ficou estável no mês passado, passando de 10,5% em janeiro para 10,6% em fevereiro.
Em Porto Alegre, a taxa se manteve estável em 7,3%. Em Recife, variou de 13,5% para 13,9%. Em Salvador, passou de 13,6% para 14,3%.
Em Belo Horizonte e Fortaleza, as taxas variaram de 7,7% para 7,8% e de 8,5% para 8,6%, respectivamente. No Distrito Federal, a taxa passou de 12,6% para 12,7%.
O contingente de desempregados nos sete locais analisados foi estimado em 2,318 milhões de pessoas em fevereiro, 27 mil a mais do que o estimado em janeiro. Esse número é resultante do fechamento de 123 mil ocupações, aliado à saída de 96 mil pessoas do mercado de trabalho.
Nesse mesmo comparativo, o nível de ocupação, na média nacional, teve queda de 0,6%. O total de ocupados nas sete regiões pesquisadas foi estimado em 21,980 milhões de pessoas, para uma PEA (População Economicamente Ativa) de 22,076 milhões.
Na divisão por atividade, o nível de ocupação cresceu em apenas um dos cinco setores: outros (serviços domésticos e outros ramos de atividade), com a abertura de 26 mil vagas.
No setor de serviços, foram fechadas 68 mil vagas, seguido pelo comércio, com 65 mil, e indústria, com menos 8.000 postos de trabalho, quantidade igual à registrada na construção civil (8.000).
O rendimento médio real dos ocupados caiu 1,7% no país em fevereiro, chegando a R$ 1.382. Já o dos assalariados ficou em R$ 1.440, apresentando redução de 0,1%.
Na análise por região metropolitana, o rendimento médio dos ocupados caiu em 2,6% dos sete locais. Porto Alegre registrou o maior aumento percentual com os trabalhadores, passando a ganhar, na média, 1,4% a mais, chegando a R$ 1.393.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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