As vendas do comércio varejista do país cresceram 1,6% em novembro, na comparação com o mês anterior. A taxa de novembro foi a segunda maior registrada de 2007. Os dados foram divulgados na quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Em relação a novembro do ano passado, houve expansão de 9,9%. O acumulado no ano indica alta de 9,7%, e nos últimos 12 meses terminados em novembro, a expansão das vendas do comércio é de 9,2%.
A receita nominal das vendas do comércio em novembro teve alta de 13,3% em comparação com outubro. Em relação a novembro de 2006, a alta foi de 11,6%.
O setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (segmento exerce a maior influência entre os itens pesquisados no comércio) registrou crescimento de 0,8% no volume de vendas em relação a outubro.
Na comparação com o mês de novembro de 2006, houve um crescimento de 6,4% nas vendas.
No acumulado de janeiro a novembro, o setor apresentou uma elevação de 6,5% nas vendas e no acumulado dos últimos 12 meses, em torno de 6,5%. O segmento também foi responsável pela maior contribuição, alcançando 32% da taxa global.
O IBGE atribui o desempenho desse segmento ao aumento do poder de compra da população e à expansão do crédito patrocinada pelas redes varejistas que facilitou as compras para os consumidores.
O Instituto atribui o resultado deste setor no resultado acumulado no ano à expansão do crédito. As outras atividades (com séries sazonalmente ajustadas) registraram crescimento no volume de vendas: combustíveis e lubrificantes tiveram alta de 1,5%; móveis e eletrodomésticos, de 1,4%; e tecidos, vestuário e calçados, de 1,6%.
Já as vendas de veículos, motos, partes e peças tiveram queda de 0,9%.







