Vivendi pode comprar a brasileira GVT por quase US$ 3 bilhões

Em: 10 de setembro de 2009
A Vivendi, empresa francesa de telecomunicações e conteúdo, pretende comprar a operadora de telefonia brasileira GVT por quase US$ 3 bilhões. Para comprar 100% da GVT, a Vivendi vai desembolsar R$ 5,4 bilhões – ou U$ 2,95 bilhões
A Vivendi, empresa francesa de telecomunicações e conteúdo, pretende comprar a operadora de telefonia brasileira GVT por quase US$ 3 bilhões. Para comprar 100% da GVT, a Vivendi vai desembolsar R$ 5,4 bilhões – ou U$ 2,95 bilhões

A Vivendi, empresa francesa de telecomunicações e conteúdo, pretende comprar a operadora de telefonia brasileira GVT por quase US$ 3 bilhões. Para comprar 100% da GVT, a Vivendi vai desembolsar R$ 5,4 bilhões – ou U$ 2,95 bilhões. As empresas anunciaram o acordo na noite da última terça-feira e a companhia francesa condicionou a concretização do acordo com a venda de, no mínimo, 51% das ações da GVT.
Atualmente, a GVT tem 2,3 milhões de assinantes e oferece serviços de telefonia, banda larga e voz sobre IP. No ano fiscal encerrado em 30 de junho de 2009, a empresa registrou faturamento de cerca de US$ 800 milhões e cresceu mais de 30% entre 2006 e 2008.
Com a aquisição, a Vivendi pretende expandir os serviços oferecidos pela GVT, como IPTV (televisão via protocolo de internet). Outro ponto importante é que a empresa francesa amplia sua atuação no Brasil.
Por meio de comunicado, a GVT informou que o lançamento da oferta pública está condicionada às seguintes condições, entre outras, a serem completadas até 16 de outubro de 2009: diligência legal confirmatória e aprovação da oferta pelos conselhos da Vivendi.
O acordo ainda depende de aprovação da diretoria e dos acionistas da GVT, além dos órgãos responsáveis por regulamentar a competição no Brasil, como o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Essas aprovações devem ser feitas antes do fim de 2009.
Como consequência do acordo preliminar, a oferta pública de ações da GVT, anunciada no dia 19 de agosto de 2009 está cancelada.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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