Transportando combustíveis com mais segurança, qualidade e maior rapidez, o TRR já existe no Brasil há 106 anos, tendo representações em vários países da Ásia e da Europa e nos Estados Unidos. Porém, só agora, após mais de um centenário de atuação, é que essa modalidade de logística no segmento chega ao Amazonas.
A GT Combustíveis veio para aprimorar o setor, dando muita praticidade, com atendimento bate-pronto, opção que permite aos clientes receber os produtos com maior agilidade. Este é o grande diferencial.
A novidade é o tema do podcast do streaming ‘JC às 15h’, comandado pelos jornalistas Caubi Cerquinho e Fred Novaes, diretor de redação do Jornal do Commercio. E os entrevistados são os empresários Gilberto Lucena e Tulhio Moreira, sócios da GT Combustíveis, que é pioneira nessas atividades na região.
Por enquanto, a empresa ainda não atingiu o seu ápice de atuação no mercado. No entanto, em pouco mais de três meses de atividades, o feedback tem sido surpreendente, segundo Gilberto.
“Temos o prazer de dizer que desbravamos uma série de situações. E somos a primeira empresa licenciada pelo governo federal para explorar o segmento no Amazonas”, ressalta Gilberto.
O mercado local promete ganhar fôlego com a operacionalização dessa nova logística. Em outras palavras, o TRR é a sigla para transportador-revendedor-retalhista que são empresas autorizadas pela ANP (Agência Nacional de Petróleo) a comprar grandes quantidades de combustível e revendê-lo a granel para outras companhias e consumidores do mercado.
Segundo Gilberto e Tulhio, apesar de não ser conhecida pelo público em geral, a atividade é muito importante para o País. O abastecimento de tanques de geradores, fornecimento de combustível para indústrias e empresas, por exemplo, é feito em grande parte pelos TRR, algo que garante mais comodidade, segurança na logística, atendendo aos pedidos de forma rápida, segura, seguindo todas as práticas de normas ambientalmente corretas, explicam os dois empresários sócios.
Nas regiões Sul e Sudeste, os TRRs são responsáveis pela venda de aproximadamente 10 bilhões de litros de combustíveis por ano, chegando a um faturamento, em média, de R$ 10 bilhões anualmente.
“Estamos buscando um novo negócio e chegou a oportunidade de fazer acontecer com o TRR. Nós dois pensamos muito igual. A GT combustíveis já é um sucesso. O que move o empreendedor é o desafio”, destaca Tulhio, que não esconde o seu entusiasmo pelo novo negócio. “É o suprassumo do prazer”, acrescenta ele.
De acordo com o empresário, as empresas de Manaus (e até do interior) demonstram muita satisfação com o novo serviço que, por ora, está atuando pelo sistema ‘soft open’ na estreia de suas operacionalizações, como forma de checar a experiência com o cliente em um cenário mais controlado e responsável.
“Acho que é um marco na história do Amazonas desde que foi fundada a atividade em mais de 106 anos, de praticamente globalização”, avalia Tulhio. A GT Combustíveis atende condomínios, embarcações, portos privados, introduzindo uma tecnologia de ponta, com pessoal extremamente treinado, segundo Gilberto.
Infraestrutura
A empresa inaugura, nesta quinta-feira, a sua sede com toda a infraestrutura tecnológica exigida pela ANP. “Atuamos de forma full time, de 12 a 15 horas por dia, isso de domingo a domingo”, explica Gilberto, fazendo inclusive abastecimento marítimo com diesel ADM.
Além de Manaus, a GT Combustíveis já opera nos municípios de Silves, Careiro Castanho e Iranduba, municípios da Região Metropolitana da capital. O diferencial de transportar produtos com bastante segurança, com pronto-atendimento, reunindo ainda um pessoal altamente qualificado para a execução de boas práticas, tem grande ressonância no mercado consumidor.
Hoje, os TRR empregam pelo menos de 70 a mil pessoas de forma direta, sem contar o outro braço dos postos de trabalho gerados pela nova modalidade de logística operacional no setor.
Já atuando em Manaus e mais três municípios da região, os serviços abrem também um leque de oportunidades para empregar trabalhadores, que hoje atuam mais nos postos de combustíveis tradicionais, onde a logística extremamente avançada ainda não chegou, segundo os dois sócios.
De acordo com Gilberto, a infraestrutura que move os TRRs é extremamente complexa. E não basta só ter dinheiro para alavancar o negócio. Precisa de uma dedicação de 12 a 15 horas por dia, um trabalho tão exaustivo que, muitas vezes, leva o empresário a abdicar da presença na família, acompanhando de perto as operacionalizações.
“Ser empreendedor é renúncia, dedicação. O Brasil nunca perde a oportunidade de perder uma oportunidade. É sempre um grande desafio”, ressalta Gilberto, para exemplificar o quanto a atividade no setor de distribuição de combustíveis de forma inovadora exige do empresário.
Túlio também compartilha da mesma opinião. “Queremos, e galgamos aos poucos esta meta, promover um atendimento de qualidade. E estamos preparados para tanto desafio”, afirma ele.







