Empréstimo a microempresa fecha 2009 com R$ 2,2 bi

Em: 26 de janeiro de 2010
O PNMO (Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado) liberou R$ 2,2 bilhões em empréstimos para microempreendedores no ano passado, informou ontem o titular do MTE (Ministérioro do Trabalho e Emprego), Carlos Lupi
O PNMO (Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado) liberou R$ 2,2 bilhões em empréstimos para microempreendedores no ano passado, informou ontem o titular do MTE (Ministérioro do Trabalho e Emprego), Carlos Lupi

O PNMO (Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado) liberou R$ 2,2 bilhões em empréstimos para microempreendedores no ano passado, informou ontem o titular do MTE (Ministérioro do Trabalho e Emprego), Carlos Lupi. O volume é 26,6% maior em comparação a 2008 (R$ 1,8 bilhão).
O número de clientes também aumentou, em 68,6%, passando de 647.811 para um total de 1,09 milhão. As mulheres representam 60% desse público de microempreendedores tomadores de crédito. Ao todo, foram 1,57 milhão de operações durante o ano, com carteira ativa de R$ 829 milhões e 302 instituições habilitadas.
O ministro comemorou os números, mas fez ressalvas. “É excelente atingir a marca de um milhão de clientes, mas essa é uma ação que tem potencial para beneficiar até 15 milhões de trabalhadores, movimentando a economia. Para chegar até eles, temos de reduzir os juros e divulgar mais esse programa’’, disse Lupi, durante a abertura do 4º Seminário de Microcrédito, na cidade do Rio de Janeiro.
Desde sua criação, em 2005, o programa liberou R$ 6,6 bilhões, de acordo com o MTE. Seu objetivo é gerar trabalho e renda entre os microempreendedores populares por meio do acesso ao microcrédito. Podem participar aqueles que têm pequenos negócios no campo da produção ou comercialização de bens e serviços, formais ou informais, com faturamento anual de até R$ 120 mil, e precisam de uma ajuda financeira para desenvolvê-los. Também têm direito pessoas que querem abrir o seu próprio negócio e grupos estabelecidos, como associações, cooperativas, sindicatos de classe, entre outros.
O teto máximo de empréstimo é de R$ 15 mil por empreendedor, sendo que a média fica em torno de R$ 1.300. Os juros do programa são de, no máximo, 4% ao mês. No entanto, segundo o MTE, a maioria das pessoas que participa paga, de fato, de 1% a 2% de juros ao mês.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
Pesquisar