O presidente Lula sempre ignorou a miséria e os desempregados. Neste terceiro mandato tivemos dois escândalos: dos Correios e do INSS. Além da figura do seu filho Lulinha, cuja afinidade com o mau caminho arrastou Lula para o fundo do poço. Mas a gota que transbordou foi a relação suspeita com Roberta Luchsinger. Para o deputado Rony Gabriel “temos de saber quem paga para influenciar e quem está influenciando”. Esperamos que a apuração desses dois escândalos seja investigada e que sejam aplicadas as sanções àquelas cujas condutas foram de violação à lei. Afinal, será que figuras públicas e autoridades teriam procurado a lobista para obter acesso ao Lula? Nossas instituições sempre foram autônomas, nunca necessitando de intermediários.
O Brasil do futuro necessita de segurança pública e jurídica; precisa de produtividade e prosperidade, com o presidente petista nada tivemos em todos os seus mandatos. Controlar gastos públicos com redução dos juros são metas para a ocorrência de uma credibilidade fiscal, cuja situação é péssima. Assim, somente melhorando a relação entre a dívida bruta e o PIB surgiria uma possibilidade de ser contornada a atual situação, que é péssima porque a referida dívida está em 82,9% do PIB, totalizando R$11,1 trilhões, conforme dados divulgados pelo Banco Central.
O governo petista fez da máquina pública o “quintal” de sua casa, levando a legislação eleitoral para a vala do esquecimento. Ignorou-a, lançando “pacotes de bondades” com o uso da caneta. Exemplo claro foi o aumento de 15% no valor do Bolsa Família, tentando recuperar votos, principalmente no Nordeste. Mas o aumento de R$600,00 para R$691,00 é insignificante diante do aumento sofrido por vários alimentos. É o populismo de Estado onde pensam que o Brasil é uma propriedade privada. E se tivesse compostura ou moral, nunca teria dito a frase: “Cadê as mulheres de grelo duro do nosso partido?” Seu vocabulário sempre foi “chulo” e seu comportamento “asqueroso”.
O “Encantador de Burros” conseguiu praticar ou se beneficiar de mais de 20 escândalos, ou seja, uma trajetória marcada em ludibriar os pobres. Suas mentiras ultrapassam as fronteiras e suas atitudes foram marcadas pelo uso de dinheiro público: o penúltimo foi o alusivo ao desvio de valores da saúde para sua campanha!
Lula não venceu no primeiro turno, nem no segundo, onde, vergonhosamente, seu advogado, que não integra o TSE, prorrogou “pela força do cargo” por mais duas horas a votação. Mudaram as regras do jogo vergonhosamente. Vamos aguardar as medidas judiciais que virão, uma vez que ninguém é imbecil. E, assim, o povo brasileiro saberá quem tem ou não tem moral no STF.
Manaus/AM, 27 de outubro de 2026.
José Alfredo Ferreira de Andrade (OAB/AM – A-29)














