Atento ao debate em torno do tema ZFM (Zona Franca de Manaus) e PIM (Polo Industrial de Manaus), seja para perenizá-la, prorrogá-la ou aperfeiçoá-la, sobretudo após manifestações de candidatos majoritários no pleito eleitoral deste ano, o Corecon/AM (Conselho Regional de Economia do Amazonas) anunciou que quer contribuir com as discussões, com base no pensamento da comunidade dos economistas amazonenses.
Para fortalecer o debate, com o objetivo de elaborar um projeto de remodelagem da ZFM ou do PIM, a entidade está convidando todos os economistas a participarem do processo.
Até o dia 30 de maio, o conselho vai receber as contribuições dos profissionais da área, dizendo, no seu entender, que questões são relevantes para o aperfeiçoamento da ZFM ou do PIM, independente de ser prorrogada ou perenizada, mas que possibilite sua continuidade de forma mais sólida e capaz de gerar desenvolvimento para a região. As sugestões podem ser enviadas ao e-mail [email protected].
Primeiros passos
Na sexta-feira, 7, o Corecon/AM fez uma reunião preliminar sobre o assunto, na sede da entidade, quando foi instituída uma comissão de economistas que coordenará o projeto, formada pelo presidente Ericvaldo Lopes; os consultores Rodemarck Castelo Branco, Assis Mourão e Hélio Pereira; os professores doutores José Alberto da Costa Machado e Alexandre Rivas; e os conselheiros José Guilherme Fonseca de Azevedo e Marcelino Afonso Aleixo dos Santos.
Para Ericvaldo Lopes, a entidade que representa os economistas defende que o Polo Industrial seja discutido não apenas nas condições de perenizado ou prorrogado, mas tão somente construindo novas diretrizes para o modelo em sua forma atual, o que implica nas situações tributária e logística, dentre outras. “Defenderemos que o PIM não expire em 2023, nem que os incentivos da Sudam se encerrem em 2013, bem como toda área sob jurisdição da ZFM não tenha seus incentivos inviabilizados, mas que ganhe o direito de ser perenizada ou prorrogada, a partir dos ajustes necessários. Sem que fique para o futuro esta incerteza que hoje paira e atrapalha na decisão da classe produtora”, encerrou.







