Dólar fecha a R$ 1,56, registrando menor taxa desde agosto de 2008

Em: 27 de abril de 2011
A relativa ausência de notícias mais negativas no cenário internacional e o fluxo positivo de recursos concorreram para derrubar a taxa de câmbio doméstica para seu menor nível desde o início de agosto de 2008
A relativa ausência de notícias mais negativas no cenário internacional e o fluxo positivo de recursos concorreram para derrubar a taxa de câmbio doméstica para seu menor nível desde o início de agosto de 2008

A relativa ausência de notícias mais negativas no cenário internacional e o fluxo positivo de recursos concorreram para derrubar a taxa de câmbio doméstica para seu menor nível desde o início de agosto de 2008.
Nas últimas operações de ontem, o dólar comercial foi trocado por R$ 1,564, em queda de 0,57%, após oscilar entre o valor máximo de R$ 1,570 e o mínimo de R$ 1,564. Já o dólar turismo foi vendido por R$ 1,680 e comprado por R$ 1,510 nas casas de câmbio paulistas.
Os investidores nas Bolsas de Valores se animaram com os bons resultados entregues por grandes conglomerados como 3M, UBS e Ford. Em uma quadra de menor aversão ao risco, os agentes financeiros empurraram a cotação da moeda americana mais perto do que aparenta seu o novo “piso informal”: R$ 1,55.
“O mercado continua a ver um perceber um fluxo muito forte de recursos. E é difícil ver motivos para uma saída mais intensa para tudo isso”, comenta Marcos Trabold, da mesa de operações da B&T Corretora. “A verdade é que tudo o que o Tesouro e o Banco Central parece ter adiantado muito pouco”, lembrando as medidas recentes de restrição à entrada de capital estrangeiro.
Entre as principais notícias do dia, o BC reportou que as transações correntes (que computam as compras e vendas de bens e serviços entre o Brasil e os demais países) registraram deficit de US$ 5.67 bilhões em março, e de US$ 14.63 bilhões no trimestre.
Mas a entrada massiva de investimentos estrangeiros fez o balanço de pagamentos do país (medida mais ampla das transações do país com o exterior) ficar superavitário em US$ 9.53 bilhões em março e em US$ 27.64 bilhões no ano. No mercado de juros futuros, as taxas de prazo mais longo recuaram com força, enquanto as projeções de curto prazo ficaram praticamente estáveis.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
Pesquisar