O Carnaval deste ano acontece entre 22 e 25 de fevereiro. Com o período de folia, alguns setores já projetam um crescimento. O comércio de bebidas, por exemplo, embora trabalhe com um otimismo moderado de 2%, a expectativa acompanha o resultado de 2019, quando o evento foi realizado no mês de março.
O crescimento tímido está associado a um ano ainda de ajustes necessários no governo federal e com uma melhora gradual da economia.
“Estimamos um crescimento desse percentual para o ano, conforme expectativas das instituições financeiras. por entendemos que o setor deve acompanhar a melhoria da economia e do PIB”, declara, Luiz Nicolaewsky, superintendente executivo do Sindicerv (Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja).
Ele destaca que a indústria de bebidas está diretamente ligada ao carnaval sendo o setor que mais investe na realização do evento. É a festa mais significativa para a indústria cervejeira. Representando praticamente um mês adicional em vendas, com impacto positivo em toda a cadeia produtiva, do campo ao copo, gerando milhares de empregos e contribuindo para a melhora de renda de famílias por todo o Brasil. A indústria não reajusta preços dos produtos para o carnaval.
Ele destaca que 2019 foi um bom carnaval. Representou um crescimento de médio para alto em relação ao ano anterior. “O volume de vendas foi quase 10% de toda a expectativa de comercialização de cerveja para 2019, aproximadamente 1,3 bilhão de litros de cerveja. Um dos melhores resultados dos últimos quatro anos. No ano passado, a indústria investiu mais de R$ 100 milhões em eventos, impactando mais de 40 milhões de pessoas.
Em comparação ao carnaval de 2018, houve crescimento de 8% nas vendas em bares e restaurantes durante os dias de festa”, comparou.
As associadas do Sindicerv representam 80% do mercado, com destaque para Ambev e Grupo HEINEKEN no Brasil.
Segmentos
Apesar do carnaval deste ano acontecer mais cedo que o ano passado, num período de compromisso e equilíbrio de finanças, Cláudio Martins, 34, responsável por uma distribuidora de bebidas em Manaus, espera que isso não atrapalhe as vendas. “Ano passado faturamos algo em torno de 12% em relação a 2018. A demanda é grande por todos os tipos de bebidas. Muitas pessoas compram o produto para levarem para os blocos. É um dos pontos altos de movimento”, garante.
Para Nestor Félix, 52, proprietário de uma distribuidora há cinco anos, o carnaval eleva o consumo das pessoas e é tido como incentivador do mercado. Como a data vai cair no fim de fevereiro ainda dá tempo do cliente se preparar para a festividade. Estamos com uma expectativa positiva e acreditamos que supere as vendas do ano passado que chegou a quase 15%”, confirma Silva, enfatizando que entre os produtos de maior saída estão as bebidas alcoólicas e os refrigerantes.
A autônoma Fernanda Claúdio, 32, aproveita para faturar. Há uns três anos ela e o filho investem na compra de bebidas para revender nas bandas de carnaval e afirma dar certo. “A gente compra por um preço bem mais acessível e consegue um incremento bom o que ajuda o orçamento. Vendemos água, refrigerante e bebidas alcoólicas”.
Junior Silva, 29, também proprietário de uma distribuidora projeta um volume bem alto uma base de 20% no volume de vendas. “É uma projeção. Quando chega na semana do carnaval que começa a festa nos blocos de rua e a apresentação das escolas no sambódromo a demanda é alta. Mas claro, depende de muitos fatores para garantir um faturamento dentro do previsto”. Ele conta que a cerveja mais procurada é a Itaipava, a caixa custa em torno de R$ 23, a água é vendida a R$ 0,75, já o refrigerante em lata custa em torno de R$ 2,15.
Bandas
A Prefeitura de Manaus apoiará, no Carnaval 2020, 110 bandas e blocos de ruas. Os eventos acontecerão em todas as zonas da cidade no período de 7 de fevereiro a 15 de março. As bandas e blocos receberão apoio de palco, som, iluminação, banheiro químico e equipamentos similares. Toda a programação será gratuita.
Ao todo, 135 propostas foram inscritas. Para concorrerem ao edital, os proponentes das bandas e blocos de ruas tiveram que atender a critérios obrigatórios, entre os quais: comprovar interesse público e participação popular que justifique o investimento de recursos público; comprovar a realização do evento há, pelo menos, quatro edições anteriores; apresentar propostas e ações de redução de impactos sociais e ambientais, bem como garantia de direitos, como por exemplo, campanhas de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, ou combate a violência contra crianças, adolescentes e afins ou de preservação ambiental, entre outros.
O Carnaval deste ano acontece entre 22 e 25 de fevereiro. Com o período de folia, alguns setores já projetam um crescimento. O comércio de bebidas, por exemplo, embora trabalhe com um otimismo moderado de 2%, a expectativa acompanha o resultado de 2019, quando o evento foi realizado no mês de março.
O crescimento tímido está associado a um ano ainda de ajustes necessários no governo federal e com uma melhora gradual da economia.
“Estimamos um crescimento desse percentual para o ano, conforme expectativas das instituições financeiras. por entendemos que o setor deve acompanhar a melhoria da economia e do PIB”, declara, Luiz Nicolaewsky, superintendente executivo do Sindicerv (Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja).
Ele destaca que a indústria de bebidas está diretamente ligada ao carnaval sendo o setor que mais investe na realização do evento. É a festa mais significativa para a indústria cervejeira. Representando praticamente um mês adicional em vendas, com impacto positivo em toda a cadeia produtiva, do campo ao copo, gerando milhares de empregos e contribuindo para a melhora de renda de famílias por todo o Brasil. A indústria não reajusta preços dos produtos para o carnaval.
Ele destaca que 2019 foi um bom carnaval. Representou um crescimento de médio para alto em relação ao ano anterior. “O volume de vendas foi quase 10% de toda a expectativa de comercialização de cerveja para 2019, aproximadamente 1,3 bilhão de litros de cerveja. Um dos melhores resultados dos últimos quatro anos. No ano passado, a indústria investiu mais de R$ 100 milhões em eventos, impactando mais de 40 milhões de pessoas.
Em comparação ao carnaval de 2018, houve crescimento de 8% nas vendas em bares e restaurantes durante os dias de festa”, comparou.
As associadas do Sindicerv representam 80% do mercado, com destaque para Ambev e Grupo HEINEKEN no Brasil.
Segmentos
Apesar do carnaval deste ano acontecer mais cedo que o ano passado, num período de compromisso e equilíbrio de finanças, Cláudio Martins, 34, responsável por uma distribuidora de bebidas em Manaus, espera que isso não atrapalhe as vendas. “Ano passado faturamos algo em torno de 12% em relação a 2018. A demanda é grande por todos os tipos de bebidas. Muitas pessoas compram o produto para levarem para os blocos. É um dos pontos altos de movimento”, garante.
Para Nestor Félix, 52, proprietário de uma distribuidora há cinco anos, o carnaval eleva o consumo das pessoas e é tido como incentivador do mercado. Como a data vai cair no fim de fevereiro ainda dá tempo do cliente se preparar para a festividade. Estamos com uma expectativa positiva e acreditamos que supere as vendas do ano passado que chegou a quase 15%”, confirma Silva, enfatizando que entre os produtos de maior saída estão as bebidas alcoólicas e os refrigerantes.
A autônoma Fernanda Claúdio, 32, aproveita para faturar. Há uns três anos ela e o filho investem na compra de bebidas para revender nas bandas de carnaval e afirma dar certo. “A gente compra por um preço bem mais acessível e consegue um incremento bom o que ajuda o orçamento. Vendemos água, refrigerante e bebidas alcoólicas”.
Junior Silva, 29, também proprietário de uma distribuidora projeta um volume bem alto uma base de 20% no volume de vendas. “É uma projeção. Quando chega na semana do carnaval que começa a festa nos blocos de rua e a apresentação das escolas no sambódromo a demanda é alta. Mas claro, depende de muitos fatores para garantir um faturamento dentro do previsto”. Ele conta que a cerveja mais procurada é a Itaipava, a caixa custa em torno de R$ 23, a água é vendida a R$ 0,75, já o refrigerante em lata custa em torno de R$ 2,15.







