Família é o grande Projeto que DEUS implantou na Terra para o ser-humano. É na família que se obtém a base para a vida em sociedade, assim como o exercício do sublime Dom Divino, que é O Amor, essência do Próprio DEUS. No último dia 15 celebramos o ‘Dia Internacional da Família’, uma temática de relevância ímpar, atual e sempre fundamental. É no seio familiar que há a formação do caráter, os relacionamentos, a interação social e os princípios de vida, que se aprendem e se fundamentam no lar.
A maior demonstração de Amor pelas pessoas foi feita pelo Próprio Criador ao oferecer o Seu Próprio Filho em sacrifício para que todos aqueles que cressem e desejassem pudessem também se tornar filhos do Altíssimo (como nos mostra a Bíblia Sagrada – Palavra de DEUS, no Evangelho de João, capítulo 1, versículo 12). Pois Ele veio para morrer em nosso Lugar e ressuscitar para nos salvar, para que assim tivéssemos a possibilidade/oportunidade de nos tornarmos coerdeiros de DEUS junto com JESUS, nosso Salvador e Primogênito (Romanos 8:29).
Também podemos inferir que a família, no âmbito histórico e sociológico também, é o cerne elementar da sociedade, ou seja, é a instituição basilar. É lá que existe o primeiro grupo de relações no qual os indivíduos interagem uns com os outros. E foi justamente a partir do núcleo familiar que a sociedade cresceu e foi alicerçada. O fato é que a família tem sido um pilar para toda o desenvolvimento humano e social existente. Têm pessoas que afirmam que a ‘família’ mudou; mas sabemos muito bem que o elo e os princípios de amor, autoridade e respeito permanecem iguais e precisam ser conservados, para que assim toda a sociedade possa ser valorizada e beneficiada, pois as ações das pessoas em seus lares refletem o que elas vão fazer também em suas relações sociais. As culturas e o tempo podem até mudar, mas a essência da família nunca vai ser alterada.
É cada dia mais notório, infelizmente, que o conceito familiar tem sofrido um verdadeiro bombardeio midiático e político aos seus valores, que são imutáveis e inegociáveis; como o respeito, a disciplina e a responsabilidade, que vêm sofrendo ataques e tentativas de cerceamento, relativização e/ou banalização por parte de alguns setores, de alguns pseudoformadores de opinião e de determinados grupos de “ativistas”, que fomentam a desintegração, a rebeldia, a desobediência e a desunião, sob o disfarce de estarem promovendo a “liberdade e a diversidade”, sendo que o real objetivo deles é deslegitimar a família, pois sabem que esta Instituição é a mais importante na vida e na formação do caráter de um cidadão pleno. É o lar a primeira agência promotora de socialização, de forma que é no núcleo familiar que os membros recebem suas bases psicológicas, biológicas, sociais e espirituais. É evidente que não existe ‘família perfeita’ e que todos nós somos passíveis a erros; mas não há como relativizar preceitos que são fundamentais em todo o processo de construção da convivência em comunidade. E esta questão independe de classe social, de grau de instrução ou posição, uma vez que, em diversos casos, pessoas de condições modestas de vida sabem dar uma sólida base de valores aos seus familiares, muitas vezes de forma maior e melhor do que a ‘educação’ que aqueles que têm uma condição socioeconômica mais favorável recebem.
Em todo este contexto há de se atentar para o interesse das crianças e adolescentes, que estão em fase de formação. Os direitos deles precisam ser resguardados e estes têm que ser assistidos por pessoas responsáveis e ilibadas no processo de crescimento e desenvolvimento, tendo referenciais de pai e mãe, com a figura masculina (paterna) e a figura feminina (materna), podendo estas funções serem exercidas por parentes, benfeitores ou pais adotivos/afetivos. É imperativo observar que as próprias áreas da biologia, da história e da antropologia confirmam e reconhecem que a essência das civilizações e a continuidade da raça humana está fincada no modelo da família tradicional (nuclear) = Homem + Mulher + Filhos.
É certo que não cabe à escola, aos políticos e nem ao Estado ‘tutelarem’ sobre a criação dos menores, pois esta é uma função e prerrogativa exclusivamente dos pais ou responsáveis por estes. Às escolas cabe o ensino e não a educação. Grande parte de condutas disfuncionais e transtornos de personalidade que podem se manifestar ao longo da vida são resultantes de ações/omissões que acontecem ou ocorreram dentro dos lares, especialmente no período de desenvolvimento psicossocial, como na primeira-infância (que vai até cerca de 7 anos de idade).
Sendo assim, é preciso valorizar toda e qualquer ação e ocasião que remeta à entidade familiar. É para celebrar e rememorar continuamente esta, que é tão imprescindível na vida e na formação de cada indivíduo. Sabemos que não existe um ‘manual’ de como ser um pai (ou mãe, avô, avó, filho, tio, irmão etc.) ideais, pois não existem famílias perfeitas neste mundo. Porém, é inegável que há princípios que são perenes e que devem nortear o ser-humano em toda a sua história de vida. Não podemos e nem devemos desistir jamais das nossas famílias, pois elas são o elo e a estrutura sólida para uma história e convivências saudáveis em todo e qualquer tempo.















