A genialidade de muitas ideias da Dama de Ferro deveriam ser motivos de Trabalhos de Conclusão de Curso em todas as Instituições de Ensino Superior no nosso planeta. Claro que, à semelhança de Jesus Cristo, ela, também, não agradou a todos. E muitos de seus seguidores, por sua vez, a seguem em alguns aspectos e não na totalidade. No entanto, dia desses, me veio a vontade de reler o livro A ARTE DE GOVERNAR, contendo ideias da Sra Thatcher e escrito por ela. E reli. E nada mais atual, ainda. Mas, destaco um trecho, que, na minha visão, se aplica, de verdade, a todo e qualquer país no mundo: “Quaisquer que sejam os eufemismos cômodos que desejemos adotar, o que interessa a nossos exércitos, marinhas e forças aéreas em combate é, em última análise, defender nossos interesses. Não são talhadas para agir como polícia, agentes de ajuda humanitária ou engenheiros civis, exceto em circunstâncias extremas e por tempo limitado. Precisam de armas para deter e destruir qualquer inimigo que possam vir a enfrentar. Necessitam ser capazes de confiar em governos sensatos e determinados que assegurem que as condições em que operam, inclusive as financeiras, permitam atingir seus objetivos”. No Brasil, cabe muito bem este texto, apesar das brigas entre direta e esquerda, que não leva a lugar nenhum, nem de prático e nem de patriótico. Claro que a componente política é importante em uma democracia e é ela que determina as ações das Forças Armadas. Por isso, os soldados não devem ser politizados, pois não se sabe qual o inimigo de amanhã e nem se pode escolher a quem obedecer. Todavia, ações subsidiárias são boas, carreiam vantagens, e desvantagens também, como tudo na vida. Outra passagem do livro em comento, destaco, também: “Os planejadores militares sempre enfrentam uma tarefa ingrata. Em tempos de paz, são acusados de ficar imaginando ambiciosos cenários de guerra, exigindo recursos para enfrentá-los. Mas, quando as ameaças se tornam reais, são criticados por não tê-las previsto.” No nosso amado país, se costuma criticar os militares por destinarem parcela considerável de seus parcos recursos com gasto em pessoal. Mas, nas mídias alarmantes por aí, dificilmente se lê que os recursos são ínfimos. SI VIS PACEM PARA BELLUM! Pense nisso. E a vida segue. Com cervejas ! Geladas !














