A propaganda como ciência e o máximo expoente da indução ao consumidor. Provoca nele tanto o efeito visual do produto exposto como o influencia em direção a compra por impulso, resultante da adrenalina provocada pelo desejo de ter, possuir ou desfrutar de um novo bem ou serviço.
A teoria do consumidor nos ensina quando na graduação em economia nos deslumbravamos com seus ensinamentos ao estudar a matéria Micro Economia, para uns colegas mais complicada e para outros mais desafiante e prazeirosa.
A criação de um comercial mede parâmetros de renda, de oportunidades, de novidades, de status, de renda, e lança a oferta, com a probabilidade de que de um jeito ou de outro, vai atingir o consumidor, tanto quem está antenado como aquele que antes nem sequer estava a pensar em comprar, mas ao sentir o impacto do comercial, recalcula seu poder de compra e sempre refaz a trilha que comanda seus desejos de atingir novos meios de consumo.
O consumidor está implicitamente incorporado ao mundo da propaganda, mas também está conectado naquilo que mais o atinge, mais lhe influencia e mais mexe com o seu o desejo de consumo.
A influência da propaganda tem vários níveis de dimensão ao atingir o consumidor. Primeiro, ela alcança o visual, com o demonstrativo do produto e a ilusão em possui-lo. A seguir vem a percepção de que essa opção de compra se enquadraria ou não em seu orçamento. Por último, vem a decisão de compra, mesmo com sensacao de déficit entre receita e despesa, consciente de que foi às compras sem respaldo de receita suficiente, psssando a adentrar no campo perigoso de juros que vão castigar mais ainda seu poder de compra e elevar seu endividamento.
Eis assim, algumas das inúmeras coneccoes mentais que a propaganda impacta no consumidor dentro do funcionamento global dos mercados.















