Intriga-me muito essas malícias advindas de terras longínquas como o outro lado do oceano Atlântico. As pessoas reúnem-se para debater assuntos como desmatamentos na Amazônia, Queimadas na Amazônia, estragos com indígenas pegando Covid-19. Agora parece com a pandemias o assunto mudou. A alta cúpula vaticana feita por homens tem tatuadas nos olhos mudaram para o assunto da Água (a problemática da água no planeta). Dia destes comentei com meus filhos sobre o assunto que vem deste o celebérrimo sínodo de outubro de 2020 denominada por clero seu o equilíbrio de que retorno a dizer de D. Luiz Soares Vieira 21 décadas como arcebispo de Manaus e o restante como emérito aos 75 anos. Este sim observaria e analisaria e definiria certos excessos. Por isso sua longevidade é dom de Deus aos seus feitos para ensinar aos mais jovens. Depois desse extenso parágrafo retorno aos pelos ideais um tanto quanto não democráticas, mais egoísticos. Agora o assunto mudou. Já não se falam excessivamente mais em mananciais amazônicos problemáticos, nas queimadas e devastações. O Papa Francisco retorna a pensar no eu. Pensar na falta d’água no universo. Na África por exemplo 400 milhões de crianças vivem na pobreza extrema. E 25.000 pessoas morrem a cada dia de fome no Mundo, 75% são crianças menores de cinco anos. Falecem por pura inanição, enfermidades, raquitismo e má nutrição extrema. E a água muitas vezes são usadas por grandes navios que “pirateiam” a água para a África. Evocaram somente agora que a água é nossa maior riqueza? Na África existe gente fervendo a águas dos animais para si próprio beberem. Descobriram isso agora? Souberam no momento que somente a água proporciona o florir e que o exagero radicalismo mata? Sabiam que o Papa Francisco é um contemplativo? Aquele que sente a dor do outro em si mesmo e ainda assim o ama? Que suou sal e sangue como Cristo no horto a sós? Certa vez li que as coisas boas e belas não fazem ruído. Passam por nós em silêncio. A neve também. As sementes germinam sem alardes e agressividades. Também as estrelas do céu… Ora numa humanidade cuja o ídolo é RUÍDO. Da violência em todos os sentidos. Aquele que não faz ruído não fez nenhum bem. Silêncio é o segredo dos excepcionais contemplativos. O pontífice é um deles… Quem dos tatuados olhos pensava que FRANCISCO apenas analisaria, concluía e reprimiria a todos que baixaram a cabeça. Ele era o silêncio do que diz a verdade é crucificada, querer o sangue tem que sofrer também. Não faremos gritarias tolas faltando o essencial? Narro agora um fato verídico de Juan José Millas. Um grande fotógrafo brasileiro Sebastião Oliveira. Um homem sempre olha as mãos. Frank Sinatra numa velha canção para exibir o alto grau de desespero. Sua ansiedade por um pedaço de pão repartido pela Cruz Vermelha ou a Ong do turno. A água sim, é o drama humano maior do universo. Nada é mais humano que o não desperdício de comida “self-service” jogando fora no final do dia. Médicos sem fronteiras sois heróis em que Deus Jesus e sua Mãe que o seguem sempre. Silêncio Francisco. Silêncio do contemplativo. Faz todos baixaram suas cabeças ao repreende-los pelo radicalismo excessivo. Ah! Silêncio sempre. Hoje o eleito auto denominou-se comunista O Papa Francisco atual é de escuta ao próximo+ ação+ serviços+ missionariedade contemplar é preciso e imprescindível, é uma oração hematidrose na ciência é chamado de Hematidrose o sangue fluía cor de rosa com o suor e o sangue das artérias, tal a dor emocional a sua foi submetida ao pobre que ia ser crucificado. No horto da Oliveiras, Jesus em pedir que orassem com ele mas os discípulos. Dormiram. Ele rezou a sós e suou sal e sangue que os cientistas denominaram de hematidrose alto nível emocional fez, Jesus suar na cor rosa do suor e das artérias que se rompiam sangue.
CARMEN NOVOA SILVA, é Teóloga e membro da Academia Amazonense de Letras e da Academia Marial do Santuário de Aparecida-SP















