Análise mostra que março e abril foram atípicos para produção

Em: 6 de junho de 2008
No acumulado do primeiro quadrimestre, frente o mesmo período de 2007, todas as regiões experimentaram crescimento, sendo a maior variação no Espírito Santo (16,3%).
No acumulado do primeiro quadrimestre, frente o mesmo período de 2007, todas as regiões experimentaram crescimento, sendo a maior variação no Espírito Santo (16,3%).

Na passagem de março para abril, 6 das 14 regiões pesquisadas pelo IBGE apresentaram aumento de produção na série com dados livres de efeitos sazonais. Os principais destaques foram: Goiás (3,5%), Bahia (1,6%) e São Paulo (0,6%), em seu segundo crescimento consecutivo (2,1% em março). Em relação a abril de 2007, a única região com recuo foi o Rio de Janeiro, com -2,8%. Acima da média nacional (10,1%) quatro estados têm destaque: Espírito Santo (22,0%), Goiás (15,8%), São Paulo ( 14,9%), e Bahia (12,3%). No acumulado do primeiro quadrimestre, frente o mesmo período de 2007, todas as regiões experimentaram crescimento, sendo a maior variação no Espírito Santo (16,3%), seguido por Goiás (11,3%), Pernambuco (11,2%), São Paulo (10,6%), Paraná (10,1%) e Amazonas (9,3%), todos acima da taxa brasileira (7,3%). No acumulado dos últimos 12 meses (com média nacional de 7,0%), o destaque foi novamente o Espírito Santo (11,0%), seguido por Minas Gerais (8,7%) e São Paulo (8,4%).
Esta Análise já teve oportunidade de assinalar que tanto o mês de março, quanto o mês de abril do corrente ano foram atípicos para a produção industrial. No primeiro caso, por dois fatores, o número de dias úteis inferior em dois dias com relação a março de 2007 e a paralisação de uma refinaria de petróleo deprimiram artificialmente o resultado no confronto com março do ano passado. Não por acaso, a produção da indústria cresceu somente 1,4% nessa comparação. No segundo, porque abril último teve um dia a mais do que em abril de 2007 e porque voltou a funcionar a refinaria que fora paralisada. Na comparação desses meses a produção industrial brasileira aumentou 10,1%, magnitude avantajada com relação ao seu real valor devido a esses fatores. Considerando que os fatores extras de um mês tenham contrabalançado os efeitos de fatores de sentido inverso do outro, com os dados da pesquisa de abril da indústria regional divulgados pelo IBGE, é possível identificar certas tendências da evolução da indústria nos quatro primeiros meses do ano, período que já representa uma antecipação do que pode vir a ser 2008.
Duas dessas tendências devem ser destacadas por sua relevância no contexto regional brasileiro. A primeira é atinente ao desempenho do setor industrial do Nordeste. Em 2007 a região cresceu muito aquém da média brasileira, quase metade (3,2% contra uma média nacional de 6%), mas, nos quatro primeiros meses desse ano com relação ao mesmo período de 2007, sua evolução se acelerou expressivamente, registrando 6,7% diante de uma média para o país como um todo de 7,3%, o correspondente a 93% deste último percentual. centes, tipagem sangüínea e Fator Rh.
O ingresso no quadro de provimento efetivo da Suframa será regido por disposições do Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais e Ética no Serviço Público, bem como das normas legais específicas para cada cargo. No certame da Suframa, houve 14.765 inscritos.

São Paulo confirma tendência de líder do setor industrial brasileiro

Em sendo confirmada a tendência de convergência do crescimento da produção industrial nordestino para o padrão nacional, o qual se mantém elevado, uma das mais relevantes lacunas do atual boom industrial brasileiro estará sendo neutralizado, qual seja, a acentuada concentração do crescimento desse setor nos estados mais industrializados. Destacadamente, foi a indústria de alimentos e bebidas com aumento de 10,4% a que mais contribuiu para essa reativação, explicando 40% da taxa global de crescimento da região. Refino de petróleo e álcool (aumento de 11,8% e contribuição de 1,58 pontos percentuais) e Celulose, papel e produtos de papel (aumento de 20,7% e contribuição de 0,94 pontos percentuais) foram também destaques. O conjunto desses três setores explica mais de 75% do crescimento total da produção industrial no período.
A outra tendência é a confirmação de São Paulo como estado líder do setor industrial brasileiro, o que

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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