CMM vai ao S. José e constata: falta d’água e transporte caótico

Em: 22 de novembro de 2011
Os consumidores que não estiverem recebendo regularmente a água em suas torneiras, devem suspender o pagamento das tarifas mensais e acionar a justiça para receber de volta os pagamentos efetuados enquanto não se regularizar o fornecimento
Os consumidores que não estiverem recebendo regularmente a água em suas torneiras, devem suspender o pagamento das tarifas mensais e acionar a justiça para receber de volta os pagamentos efetuados enquanto não se regularizar o fornecimento

Os consumidores que não estiverem recebendo regularmente a água em suas torneiras, devem suspender o pagamento das tarifas mensais e acionar a justiça para receber de volta os pagamentos efetuados enquanto não se regularizar o fornecimento, em pelo menos 12 horas por dia. Este foi um dos efeitos imediatos causados pela presença da Câmara Municipal de Manaus, em Audiência Pública itinerante da Comissão e Serviços Públicos, realizada nesta quina-feira (18) no bairro São José III Zona Leste da cidade. Presidida pela vereadora Socorro Sampaio (PP), a audiência com os moradores locais, para falar sobre a qualidade nas prestações dos serviços públicos essenciais, teve a participação do MPE (Ministério Público do Estado), Segurança Pública, SMTU (Superintendência Municipal de Transportes Urbano), Seminf (Secretaria Municipal de Infra Estrutura), Secretaria Municipal de Esportes e Lazer e da empresa Águas do Amazonas.
Os moradores disseram que a única praça local não mais pode ser freqüentada por eles porque está dominada por vândalos,traficantes de drogas,usuários e ladrões assaltantes. A violência, segundo os moradores já está comprometendo o desempenho escolar no bairro.
Enquanto isso reclamam os comunitários, que a forma de funcionamento do T5 (Terminal de Passageiros nº 5), no bairro São José I, decretou o sofrimento dos usuários, porque acabou com as três linhas de ônibus que atendia exclusivamente o bairro. Agora o que causou indignação ao a MPE, foi à quantidade de relatos da falta de água em todo o bairro, muitas das vezes durante três a quatro dias ininterruptos e quando retorna às madrugadas é por período mínimo. Os moradores reclamaram também, que não podem recorrer ao poço artesiano comunitário porque traficantes,viciados e vândalos tomam banho nus no local. Contudo, os moradores denunciam que ao contrário do fornecimento irregular da água, a conta chega regularmente todos os meses.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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