O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oscilou de 47% para 47,8% das intenções de voto válidos no primeiro turno, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) passou de 35% para 42,1%, segundo pesquisa CNT/MDA divulgada neste sábado, 3. O escritor Augusto Cury (Avante) registrou 3,6%.
Na comparação com a rodada de agosto, a vantagem de Lula sobre Flávio diminuiu de aproximadamente 12 pontos porcentuais para 5,7 p.p. Ainda em primeiro turno, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) tem 3,4% dos votos válidos, seguido pelo ativista Renan Santos (Missão), que soma 1,7%. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) aparece com 0,9%.
Na classificação de votos válidos, são consideradas apenas as intenções de voto atribuídas a candidaturas, com a exclusão de branco/nulo e indecisos. Esse cálculo atende ao formato utilizado pela Justiça Eleitoral na apuração dos resultados.
Também em primeiro turno, Lula tem 43,1% dos votos totais, Flávio soma 38% e Cury, 3,2%. Neste recorte de intenções são considerados os eleitores indecisos e os que pretendem votar em branco ou nulo. Na pesquisa espontânea, Lula tem 39,5%, Flávio soma 36% e Cury, 2,1%
Para 87,6%, decisão do voto é definitiva
A maioria dos eleitores do Brasil já decidiu o seu voto no primeiro turno das eleições, aponta pesquisa. Para 87,6%, a decisão do voto é definitiva, enquanto 12,4% admitem poder mudar de decisão.
Entre os seis principais candidatos à Presidência, os eleitores de Romeu Zema são os que indicam mais possibilidade de mudar o voto. A certeza de voto no ex-governador de Minas Gerais é de 45%, enquanto 55% podem escolher outro nome.
Por outro lado, os eleitores do presidente Lula e do senador Flávio Bolsonaro são os que mais têm certeza de voto: 91%. Em ambos os casos, apenas 9% admitem escolher outro candidato.
Entre os eleitores de Ronaldo Caiado, 72% consideram a escolha definitiva e 28% ainda podem mudar; entre os de Renan Santos, os números são 70% e 30%, respectivamente; e entre Augusto Cury, são 58% e 42%.
Entre os eleitores que declaram votar em branco e nulo, 76% têm a opção como definitiva e 24% ainda podem mudar.
A pesquisa entrevistou 2.007 eleitores entre os dias 30 de setembro e 02 de outubro. A sondagem foi realizada presencialmente, em domicílios e pontos de fluxo. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06902/2026







