Em celebração aos 120 anos do Jornal do Commercio, autoridades e amigos participaram de um almoço comemorativo de fim de ano na sede do jornal, na avenida Tefé, no Japiim. A confraternização também serviu para um breve balanço do ano entre os empresários presentes, com perspectivas para o próximo.
O CEO do Jornal do Commercio, Sócrates Bomfim Neto, agradeceu o apoio das lideranças presentes no almoço de confraternização. Sócrates lembrou que o JC não perdeu a sua essência com a modernização. “Receber pessoas nesse nível só demonstra a valorização e prestígio que tem o nosso jornal que é um legado para o Amazonas”, enfatizou.
A presença dos empresários, dirigentes de entidades, também integrantes da confraria “Homens de Bem” teve o objetivo de fortalecer a parceria, união e trabalho em conjunto em favor do Estado, tendo o Jornal do Commercio como grande fórum para as lideranças do Amazonas.
Há quase uma década o grupo Homens de Bem que é composto por empresários, dirigentes das Forças Armadas, gestores de instituições, entre outras figuras públicas, costuma reunir-se para discutir temas inerentes à sociedade. Um dos assuntos abordados na comitiva à sede do Jornal do Commercio foi as expectativas comerciais para 2024.
O presidente da Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Amazonas), Aderson Santos da Frota, explica que 2023 foi um ano desafiador em decorrência da grave estiagem.
“A economia de forma geral foi afetada em todos os segmentos, comprometendo desde o emprego passando pela renda, seja do pequeno ao grande empresário. Temos esperança que o próximo ano será sem surpresas, continuando abastecendo e atendendo às principais necessidades da população”, afirma.
De acordo com o presidente do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas), Frank do Carmo, o setor da construção será próspero no próximo ano com diversas oportunidades. “Com base no crescimento que tivemos neste ano e com as projeções do governo federal, é certo que 2024 será um ano positivo. O governo federal tem aumentado os subsídios para as pessoas físicas, o que torna ainda mais possível o acesso e condições do cidadão ter o seu espaço na busca por imóveis”, disse.
O diretor-presidente do Sistema Encontro das Águas, Oswaldo Lopes, destacou que a sede do Jornal do Commercio é um solo sagrado do jornalismo brasileiro. Ele destacou o crescimento do Sistema Encontro das Águas que tem relação umbilical com o JC.
“Atualmente o nosso canal de televisão está em 50 municípios e rádio também em 24 municípios. No próximo vamos aumentar esses números, para que em 2025 todo o Amazonas esteja coberto com nosso sinal. Neste ano investimos no serviço de mídia digital onde a pessoa pode assistir em tempo real todas as programações da TV”, informa.


O empresário Alfredo Monteiro Vieira observa que o JC não é qualquer veículo tradicional, mas que mostra a diferença para o Estado. “É a voz do comércio, do empresário, das pessoas, fazendo que todos possam ser ouvidos e dar oportunidade para que possam mostrar o seu trabalho e opinião pública”, pontua.
Já o General de Exército Algacir Polsin disse ter o jornal como a sua principal base de informação e referência. “As principais notícias busco no Jornal do Commercio. Aqui vemos a confiabilidade das informações. Vejo que não é apenas para os órgãos públicos e empresas privadas que admiram e confiam no trabalho deste veículo de comunicação, mas todos que prezam pela qualidade”, enfatiza.
O vice-presidente da Rede Amazônica, Aluísio Daou, conta que ele e seus irmãos passaram pelo Jornal do Commercio. “No início, precisávamos de um espaço para gravar os nossos programas de rádio, foi então que acordamos com a Rádio Baré do Jornal do Commercio. Mesmo depois de encerrar essa parceria, continuamos firmes na amizade e confiança”, recorda.
O cônsul da Holanda no Amazonas, o empresário José de Moura Teixeira Lopes, vê expectativas da permanência do jornal na sociedade amazonense para manter um legado forte e diferenciado. “Não há outro jornal que seja tão criterioso e justo com o jornalismo sério, imparcial. Vejo que com a gestão do Sócrates, o trabalho do pai vai prevalecer e manter as tradições acompanhando as tendências da nova geração”, finaliza.
Por Priscila de Assis
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