O pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo José Serra minimizou no sábado (10) o impacto da crise entre o governo Dilma Rousseff e os partidos da base aliada na disputa eleitoral paulistana.
Serra disse que sua campanha não deve ser favorecida pelas disputas em Brasília – que aparentemente prejudicariam o pré-candidato petista Fernando Haddad.
“Não creio que haja uma relação tão direta assim”, afirmou, após evento partido na zona leste de São Paulo.
A mesma opinião tem o senador Aloysio Nunes (SP). Presente no mesmo encontro, ele afirmou que as esferas municipais e federal têm dinâmicas muito diferentes. Ressaltou, no entanto, que a rebelião na base aliada do governo federal escancara que é problemático o modo de o PT fazer alianças, que classificou de fisiologismo.
“Esse fisiologismo pode funcionar bem por apenas um certo tempo. O apetite dos partidos é sempre maior que o alimento disponível. Aí é que começa a briga”, disse.
Contudo, o deputado estadual Orlando Morando, um dos coordenadores da pré-campanha de José Serra, acredita que o “desentrosamento” entre o governo Dilma e a base aliada deve favorecer os partidos que fazem oposição ao PT. “Não pautamos nossa campanha imaginando problemas do outro, mas com certeza essa situação pode gerar um dividendo para quem é oposição ao PT”, disse.
Crise de Dilma e aliados não afeta campanha
Em: 13 de março de 2012
O pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo José Serra minimizou no sábado (10) o impacto da crise entre o governo Dilma Rousseff e os partidos da base aliada na disputa eleitoral paulistana
Redação
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