Os funcionários dos Correios vão manter a greve na próxima semana, já que as negociações com a empresa estão suspensas. As atividades estão paralisadas desde a quarta-feira.
Em assembleias realizadas na sexta-feira, 34 dos 35 sindicatos que representam a categoria decidiram manter a paralisação. A greve ganhou força com a adesão parcial do setor administrativo do prédio central da empresa, em Brasília. A unidade dá suporte a todas as agências. Novas assembleias ocorrem na segunda-feira, mas a previsão é a de que a greve continue.
Os trabalhadores reivindicam aumento salarial linear de R$ 400 a partir de janeiro e reposição da inflação de 7,16% e mais 24,76% referente a perdas. Os Correios afirmam que só negociam quando voltarem ao trabalho.
Amazonas
No Amazonas, a adesão hoje é de exatamente 279 empregados, 20,23% do efetivo total. Este número pode ser confirmado no livro de registro dos grevistas.
Graças ao plano de contingência, as correspondências estão sendo entregues com atraso, mas não estão paradas. Objetos com prazo de entrega, tais como encomendas e, principalmente o SEDEX Convencional, está normal.
Os Correios lembram que a proposta apresentada — retirada devido ao início da paralisação — representava um aumento salarial final de 13% para 64.427 empregados, ou seja, 60,14% do efetivo total da empresa.







