País fecha 2010 com US$ 197 bi, prevê Apex

Em: 14 de dezembro de 2010
A Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção, Exportações e Investimento) conseguiu atrair este ano cerca de US$ 30 bilhões em investimentos estrangeiros diretos e ainda ajudou as empresas brasileiras a exportar US$ 23.14 bilhões
A Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção, Exportações e Investimento) conseguiu atrair este ano cerca de US$ 30 bilhões em investimentos estrangeiros diretos e ainda ajudou as empresas brasileiras a exportar US$ 23.14 bilhões

A Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção, Exportações e Investimento) conseguiu atrair este ano cerca de US$ 30 bilhões em investimentos estrangeiros diretos e ainda ajudou as empresas brasileiras a exportar US$ 23.14 bilhões. O montante corresponde a 16,43% das vendas externas brasileiras, que devem fechar o ano em US$ 197 bilhões. Os números foram apresentados pelo presidente da agência, Alessandro Teixeira. Para 2011, ele espera que as exportações superem os números deste ano.
“Acho que o Brasil tem condições de chegar aos US$ 210 bilhões [em exportações], que não é meta de governo. Mas acredito que vamos chegar e vamos trabalhar naquilo que nos cabe nesses 20% [das exportações brasileiras] que a Apex representa”, afirmou ele. Ele disse ainda que só será possível chegar à casa dos US$ 200 bilhões em exportações caso haja uma recuperação da economia europeia no próximo ano.

Mercados de destaque

Entre os mercados de destaque das exportações brasileiras, Teixeira destacou Irã e Venezuela, que passaram a fazer parte dos dez principais mercados para investimentos de empresas do país em 2007 (caso da Venezuela) e 2010 (Irã). Juntos, os dois países representam 7,5% das exportações de empresas brasileiras. “São países onde o Brasil se aproveitou da relação que se estabeleceu do ponto de vista comercial para expandir mercados”, explicou o presidente.
Para 2011, a Apex espera fazer um trabalho mais intenso para impulsionar as exportações de manufaturados que, em alguns segmentos, são competitivos nos mercados externos. “Nesse caso, estamos falando dos setores de calçados, móveis, máquinas e equipamentos, têxtil e vestuário. São setores nos quais o Brasil tem uma diversidade, tem um número de empresas importante e tem competitividade”, analisou Teixeira. Ele disse ainda que há mercados que o Brasil precisa explorar melhor, como a Ásia e a África.
A Apex apoia atualmente em torno de 13 mil empresas brasileiras distribuídas em 80 setores produtivos.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
Pesquisar