Reforma tributária

Em: 13 de março de 2008
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As indústrias do PIM são em geral extremamente competitivas no desempenho de seus processos de produção, isto é, no interior das fábricas. Algumas delas têm produtividade que supera a de suas matrizes nos países de origem, tornando-se benchmarking mundial.
Nos limites de suas fábricas, as empresas têm o poder de controlar todas as variáveis que interferem em seus custos administrativos (indiretos) e de fabricação e montagem (diretos). Nas compras de insumos e vendas de produtos podem escolher os melhores fornecedores e os mais eficazes meios de transporte.
Deficiências de infra-estrutura e logística, custos de transação, custos burocráticos e fiscais, entretanto, são variáveis que estão fora do controle das empresas; mas afetam, de modo negativo, a competitividade econômica do país e, em especial, da ZFM –distante dos mercados consumidores e das fontes produtoras de matérias-primas. O diferencial que dá competitividade às empresas do PIM resulta exclusivamente dos incentivos fiscais em vigor.
Considerando a importância dos incentivos fiscais para a ZFM, a reforma tributária que tramita em ritmo acelerado em Brasília deve ser enfrentada com a união de todas as lideranças públicas e empresariais. Há que estar atentos às propostas para alterar o sistema tributário. É um tema da maior importância para a sobrevivência, consolidação e expansão do PIM.
Nessa batalha não há lugar para vaidades e desunião. Todos os segmentos envolvidos devem pronunciar-se e expor seus pontos de vista livremente, especialmente os representantes do empresariado e os políticos experientes como o governador do Estado e seus secretários da área econômica, senadores e deputados. Só a união e o consenso podem levar-nos ao sucesso.
  
Decisões estratégicas
As vantagens competitivas do PIM dependem dos diferenciais dados pelos incentivos fiscais governamentais (federais e estaduais), atualmente indispensáveis. Enquanto existir essa dependência, a ZFM viverá em constantes sobressaltos. Diante da reforma tributária em curso, as lideranças locais –governo estadual, Suframa, entidades empresariais e demais segmentos da sociedade civil– precisam defender os diferenciais fiscais. Paralelamente, é necessário tomar a iniciativa de adotar decisões estratégicas que permitam, em futuro próximo, gerar localmente conhecimento científico que possibilite à ZFM inserir-se competitivamente na economia internacional.

Incenso
O incenso, usado desde a Antiguidade para purificar ambientes ou em cerimônias de caráter religioso, recebeu sinal vermelho da Pro Teste – a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor. Acaba de ser concluída uma pesquisa com cinco marcas de incenso que observou que a fumaça expelida, aparentemente inocente, contém substâncias altamente nocivas à saúde. Queimando um incenso todos os dias, por exemplo, a pessoa inala a mesma quantidade de benzeno (substância cancerígena) contida em três cigarros –180 microgramas por metro cúbico, que pode irritar as mucosas e afetar os pulmões. Diante do surpreendente resultado, a Pro Teste reivindica que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) faça um estudo sobre o impacto do incenso na saúde e elabore regulamentação para a sua importação, produção e venda. Os pulmões são os órgãos mais afetados pela poluição ambiental: a fumaça de cigarros e o ar que se respira nas cidades, saturado de resíduos tóxicos emitidos pelos motores de veículos e chaminés das fábricas. Com a descoberta, soma-se agora à lista mais um agressor do sistema respiratório: a fumaça do incenso.  

Música
Dentre os animais, o homem é o único dotado de ritmo, capaz de responder à música com movimentos. É também o único animal a possuir um cérebro adaptado para compreender complexas estruturas musicais e se emocionar com elas. Músicos apresentam alterações em regiões cerebrais que não ocorrem em outros profissionais. Para o neurologista britânico Oliver Sacks, a musicalidade é tão primordial à espécie q

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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