Segmento de não tecidos e tecidos técnicos espera alta de 6% a 8% até dezembo

Em: 4 de dezembro de 2009
O segmento de nãotecidos e tecidos técnicos deverá fechar 2009 com crescimento entre 6% e 8% em vendas, segundo avaliação da Abint (Associação Brasileira das Indústrias de Nãotecidos e Tecidos Técnicos).
O segmento de nãotecidos e tecidos técnicos deverá fechar 2009 com crescimento entre 6% e 8% em vendas, segundo avaliação da Abint (Associação Brasileira das Indústrias de Nãotecidos e Tecidos Técnicos).

O segmento de nãotecidos e tecidos técnicos deverá fechar 2009 com crescimento entre 6% e 8% em vendas, segundo avaliação da Abint (Associação Brasileira das Indústrias de Nãotecidos e Tecidos Técnicos). Para a entidade, a combinação do aumento da massa salarial, a recuperação dos empregos e os sinais de retomada de determinados mercados como o de descartáveis e higiênicos, construção civil, saneamento e geotecnia, automotivo e big bags, justificam o crescimento. O setor, que investiu cerca de R$ 30 milhões este ano para aquisições de máquinas conta com mais de 200 empresas, responde por cerca de 40 mil empregos diretos e indiretos e tem faturamento anual da ordem de US$ 1 bilhão.
Em 2009, as empresas marcaram presença no mercado externo, como foi o caso da Companhia Providência e da Fitesa. Segundo o secretário executivo da Abint, Jorge Saito, os investimentos realizados no exterior visam proporcionar maior facilidade de penetração dos produtos brasileiros em mercados maduros e competitivos.
Saito afirma que, para 2010, a indústria estará atenta às movimentações da petroquímica brasileira, principalmente com a possibilidade de aquisição da Quattor pela Braskem, ambas fornecedoras de matéria-prima, polipropileno, para o setor de nãotecidos e tecidos técnicos. “Importações serão necessárias sempre que o preço da matéria-prima nacional superar o internacional, para que o produto final brasileiro se mantenha mundialmente competitivo”, destacou o executivo.
Ainda quando se fala em competitividade, a importação predatória é uma das preocupações da Abint, que acompanha a entrada de produtos no Brasil e atua junto aos órgãos competentes do governo para coibir esse tipo de prática. As importações do setor devem fechar 2009 com queda de 26% com relação ao ano anterior, assim como as vendas externas – queda de 10%.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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