Uma ação integrada na Amazônia resultou na apreensão de mais de meia tonelada de drogas nas águas do Rio Uaupés, um dos principais afluentes do rio Negro. Durante patrulhamento, militares do Exército Brasileiro localizaram 513 quilos de entorpecentes do tipo skank em uma embarcação que trafegava pela área de cobertura da 2ª Brigada de Infantaria de Selva, estrutura vinculada ao Comando Militar da Amazônia (CMA).
A ação, realizada no âmbito da Operação Jaguaretê, abordou dois homens de nacionalidade colombiana que transportavam o material ilícito. Os dois suspeitos foram detidos pela Polícia do Exército e levados para a Delegacia Interativa de Polícia de São Gabriel da Cachoeira, onde prestam depoimento e permanecem à disposição da justiça.
O sucesso da interceptação reflete o empenho de uma força-tarefa composta por diferentes instituições de segurança. O trabalho ganhou o reforço estratégico de equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO) e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), garantindo o cerco fechado na fronteira.
*Operações na faixa de fronteira*
O 10º Grupo de Artilharia de Campanha de Selva realizou atividades de patrulhamento e reconhecimento de fronteira na comunidade indígena Wapon, ao norte do Estado de Roraima no município de Bonfim.
A atuação do 10° GAC SL evidencia a elevada prontidão operacional e logística da Organização Militar, capaz de executar ações de emprego em ambiente amazônico, contribuindo diretamente para a manutenção da soberania nacional e para a segurança da região.
*IPEAM: Amazônia ganha novo impulso para a ciência*
O Instituto de Pesquisas do Exército na Amazônia (IPEAM) realizou, no último dia 3 de agosto, a recepção dos primeiros alunos dos cursos de Mestrado e Doutorado e dos primeiros estagiários de Pós-doutorado do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Defesa (PGED) do Instituto Militar de Engenharia (IME), com foco estratégico na Amazônia.
São 24 pesquisadores — 10 no mestrado, 10 no doutorado e 4 no pós-doutorado — que desenvolverão estudos nas áreas de inteligência artificial, transição energética, tecnologias quânticas, biotecnologias e defesa cibernética, sempre com foco em tecnologias voltadas à defesa, inovação e desenvolvimento sustentável da Amazônia.
A iniciativa fortalece a produção científica, a inovação tecnológica e a formação de profissionais altamente qualificados, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e a soberania na Amazônia.







